VIVER FAMÍLIA

Deus é o grande idealizador e criador da marca chamada família. A marca é registrada no cartório de Deus, pois somente a Ele é atribuída à autoria do projeto arquitetônico deste grande edifício chamado família.
Após celebrar o primeiro matrimônio a Trindade Santa, estabeleceu condições orientadas por normas e regras que condicionava os membros daquele lar a um viver família numa eternidade sem fim.
O viver família é você desfrutar e compartilhar de tudo que Deus coloca a disposição da mesma, você é livre para viver com liberdade. A primeira coisa que Deus colocou a disposição da família foi benção; E Deus os abençoou… (Gn 1.28).
Viver família é você desfrutar a benção de Deus em sua totalidade. Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, eu entrarei em sua casa e com ele cearei e ele comigo (Ap 3.20).
Viver família é abrir a porta e dar liberdade para Jesus entrar; é crescer juntos, é multiplicar e encher a terra.
Viver família é você compartilhar com os membros desta família todos os aspectos da vida. O nosso tempo, nossas atividades, interesses, preocupações, ideais, pensamentos íntimos, espiritualidade, objetivos e alvos familiares deve se tornar comum na família havendo participação e mutualidade de todos.
Em viver família existe um forte sentimento de compromisso entre os seus membros. Os cônjuges sentem-se compromissados pelo bem estar e crescimento um do outro. Os pais sentem-se compromissados com o crescimento integral dos filhos e assim por diante.
Existe uma grande diferença em “viver família” e “viver em família”. Viver família é compartilhar, ter tudo em comum, é acima de tudo o exercício da empatia.
Viver em família é estar juntos, ter tudo sem compartilhar, sem mutualidade. É o exercício do individualismo e do egoísmo. É grande a quantidade de casais que construíram grandes famílias e tiveram muitos filhos, viviam na mesma casa dividia a mesma mesa e o mesmo quarto, porém nunca conseguiram viver família. São lares onde predomina o individualismo e reina o egocentrismo, tudo em função do ter e do ser.
A família do filho pródigo ilustra muito bem o “viver em família”. O filho mais jovem disse: eu quero toda a parte da herança que é minha, só para mim, independente das consequências; Eu quero desfrutar longe dos meus pais e meus irmãos. Este filho era egoísta, individualista e desconhecia os valores e o potencial que estava agregado no seio da sua família. Viver em família é não conhecer os valores e o potencial que estão agregados àquela família. O irmão mais velho tinha tudo ao seu dispor, tudo que o pai tinha era dele, porém a falta de compromisso à valorização e prática da empatia tirava daquele jovem a visão da riqueza de se viver família. Disse: Nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos. O pai lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas. Compartilhar é dar de si mesmo, ouvir seu parceiro e desenvolver uma sensibilidade especial um pelo outro. Viver família é acima de tudo amar, respeitar e reconhecer o limite de cada um no seu espaço.
Deus te abençoe e te guarde.

Pr. Elumar Pereira  (Diretor do Departamento da Família da IEADEM)

AMOR INTEGRAL A DEUS

Em Dt. 6.4,5 encontramos a declaração de fé do povo hebreu que diz: “Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças” (ACF). Em hebraico, essa expressão apresenta algumas particularidades, que merecem ser analisadas. Destacamos inicialmente que esse texto se encontra na Torah, o manual de orientação para a vida do povo de Israel, mais especificamente no coração do Deuteronômio, ou no livro da segunda instrução, e no contexto em foco, com vistas ao ensinamento das crianças.
Uma palavra-chave nessa confissão de fé é o termo hebraico ehad, que significa único com o objetivo de determinar a singularidade de YHWH (Adonai). Em resposta a essa especificidade, o povo deveria adorar SOMENTE ao Senhor, nenhum outro Deus seria digno de devoção, considerando que APENAS Ele libertou aquele povo do cativeiro egípcio. Em reconhecimento à UNICIDADE de Deus, o povo deveria amá-lo – ahav em hebraico – antecipando o mandamento dado por Jesus no Novo Testamento, destacando a importância do relacionamento com Deus, alicerçado no amor dedicado.
O Novo Testamento repete o chamado ao amor a Deus com três variações distintas, que se encontram em Mt. 22.37; Mc. 12.30 e Lc. 10.27. Deuteronômio e Mateus apresentam três elementos, ainda que Mateus não inclui o termo “força” e acrescenta “pensamento”, algumas versões preferem “entendimento”. Marcos e Lucas apresentam quatro elementos, incluindo tanto “força” quanto “entendimento”, ainda que em ordem diferente. É importante ressaltar, a esse respeito, que o amor a Deus não deve dispensar a mente, a palavra dianoia em grego pode ser vertida como “entendimento, contemplação e imaginação”.
Talvez nos inquiete a diversidade na citação dos evangelistas, em relação à declaração de fé no Antigo Testamento, distinguindo coração e mente. A explicação para essa diferença se encontra na palavra hebraica lebab, geralmente traduzida para o grego como “coração”. Na língua grega, o termo coração geralmente utilizado para a versão é kardia, que não equivale em termos sinonímicos ao valor linguístico de lebab em hebraico. Por isso, a fim de abranger a dimensão da palavra hebraica, os evangelistas incluíram a palavra grega dianoia, para contemplar o aspecto mental do amor a Deus, tendo em vista que a palavra lebab em hebraico não distingue coração e mente.
Na cultura ocidental, costumamos fazer a diferença entre o conhecimento do coração e o da mente, como resultado da dicotomia corpo e mente, mas essa distinção não está expressa na palavra hebraica lebab, na verdade o amor a Deus requerido pela Torah deve ser integral, envolve ser humano como um todo. Isso reforça o que dissemos anteriormente, que o amor a Deus não deve ser apenas com o coração – fundamentado na emoção como compreendido em nossa cultura, mas também com a mente – de maneira que nosso entendimento também é uma expressão de amor a Deus.
Essa perspectiva equilibra e integra nosso relacionamento com Deus, a fim de evitar os extremos daqueles que optam pelo sentimento e/ou entendimento, um em detrimento do outro. Por isso, quando Moisés diz que o povo deve amar YHWH com seu labab, está explicitando que o povo deve ter a Torah em mente e também no coração. Isso inclui a memorização, a disposição para permitir que a Palavra de Deus habite em nossas vidas. Compreendemos, portanto, que precisamos meditar com maior frequência na Palavra de Deus, de modo que essa encontre guarida na totalidade do nosso ser.
Merece destaque nessa passagem o verbo shanan, que se encontra apenas no versículo 7, geralmente traduzido como “inculcar”. É válido destacar que gramaticalmente esse verbo se encontra no piel, a fim de denotar frequência, repetição e continuidade. No contexto da passagem, a ênfase é posta na instrução às crianças, a fim de que essas se firmem na Torah: “ensinarás… falarás assentado… andando… deitando…levantando”.
Portanto, devemos ensinar as crianças continuamente a Palavra de Deus, a fim de que essas sejam instruídas no temor do Senhor, que é o princípio da sabedoria.
E o mais importante, essa instrução deve resultar em amor, direcionado a Deus de maneira integral, devotando sentimento-entendimento Àquele que é o ÚNICO digno de adoração, não apenas porque nos libertou da escravidão, mas simplesmente pelo que Ele é.

Ev. José Roberto A. Barbosa (Teólogo e Linguista, membro da Diretoria e Superintendente Geral da Escola Bíblica Dominical da IEADEM)

AMÁVEL

Dando continuidade à lista de qualificações e pré-requisitos exigidos dos candidatos ao ministério pastoral, apóstolo Paulo declara: “É necessário, pois, que o bispo […] não deve ser apegado ao vinho, nem violento, mas sim amável…” (1 Tm 3.2-3, NVI). Neste versículo, a palavra “amável” é a tradução do vocábulo grego “epieikes”, o qual ocorre em cinco versículos da Bíblia (Fp 4.5; 1 Tm 3.3; Tt 3.2; Tg 3.17; 1 Pe 2.18). Seu significado denota a qualidade de uma pessoa amável, gentil, suave, conveniente, decente e decorosa. Como em 1 Tm 3.3 “amável” aparece em contraste com “violento”, certamente o significado de “epieikes”, neste versículo, está mais relacionado à qualidade do obreiro em ser amável, gentil e suave no trato com as pessoas.
Enquanto a pessoa violenta é movida por um sentimento iracundo que a impulsiona a agir mediante o uso da força bruta, a pessoa amável é estimulada pelo sentimento de amor ao próximo, que a leva a tratar os outros com amabilidade, gentileza, tolerância, delicadeza e cordialidade. A estupidez e a grosseria não fazem parte do caráter de quem nasceu de novo. Uma pessoa que não é amável tem o seu relacionamento com o próximo marcado por ciúme, invejas, ambições egoístas, contendas de palavras, inimizades, iras, dissensões (Gl 5.20-21) e violência. Por outro lado, a pessoa amável tem pré-disposição para tratar as pessoas com gentileza e cordialidade.
O cristão deve ser sempre humilde e amável, tolerando pacientemente uns aos outros em amor (Ef 4.2, NVT). Como cristãos, devemos nos livrar de todo tipo de raiva, ira e maldade (Ef 4.31), e sermos “…bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo” (Ef 4.32, NVI). No relacionamento interpessoal, é necessário compaixão, bondade, humildade, mansidão, paciência, compreensão e perdão (Cl 3.12-13).
Independentemente de o cristão ser pastor, ou não, ele tem a obrigação de amar o próximo como a si mesmo (Mc 12.31) e de tratar as pessoas com amabilidade, a qual é uma das virtudes do fruto do Espírito (Gl 5.22, NVI). Aos Filipenses, Paulo disse: “Que todos vejam que vocês são amáveis em tudo que fazem…” (Fp 4.5, NVT). Tito foi orientado a ensinar às igrejas de Creta para que os irmãos sempre estivessem prontos a fazerem tudo o que é bom e a não caluniarem a ninguém, mas que fossem pacíficos e amáveis, mostrando sempre verdadeira mansidão para com todos os homens (Tt 3.1-2).
Em relação aos pastores, especificamente, Paulo disse que “O servo do Senhor não deve andar brigando, mas deve tratar todos com educação…” (2 Tm 2.24, NTLH). No exercício da função pastoral, muitas vezes o obreiro precisa tratar com pessoas surpreendidas nalguma ofensa. Nessas situações, é necessário seguir o conselho bíblico que diz: “Irmãos, se alguém for surpreendido em alguma falta, vocês, que são espirituais, restaurem essa pessoa com espírito de brandura…” (Gl 6.1). Só um pastor amável e gentil trata os faltosos com espírito de brandura.
O pastor amável sabe lidar com suas ovelhas, seguindo o exemplo de Cristo, o nosso Supremo Pastor (1 Pe 5.4) que dá a sua vida pelas suas ovelhas (Jo 10.11,15b). Pedro recomenda a todos os pastores para que eles “não abusem de sua autoridade com aqueles que foram colocados sob seus cuidados, mas guiem-nos com seu bom exemplo” (1 Pe 5.3, NVT). O pastor que não é amável no trato com suas ovelhas, termina afugentando, dispersando e destruindo as ovelhas (Jr 23.1-2). Esse tipo de pastor, ao invés de cuidar e apascentar o rebanho (1 Pe 5.2), acaba “a pau sentando” as ovelhas e ferindo o rebanho. O pastor precisa de sabedoria de Deus para apascentar as ovelhas que estão aos seus cuidados. Ao contrário da sabedoria que brota da natureza humana, a qual é mundana e pode ser influenciada pelos demônios (Tg 3.15), “…a sabedoria que vem do alto é antes de tudo pura; depois, pacífica, amável, compreensiva, cheia de misericórdia e de bons frutos, imparcial e sincera” (Tg 3.17, NVI). É com essa sabedoria amável que o pastor deve guiar o rebanho.
Assim a Bíblia descreve as atitudes dos pastores que não são amáveis e gentis no trato com as ovelhas: “Vocês não fortaleceram as fracas, não curaram as doentes, não enfaixaram as quebradas, não trouxeram de volta as desgarradas e não buscaram as perdidas, mas dominam sobre elas com força e tirania” (Ez 34.4, NAA). No Novo Testamento, quem exerceu dominação sobre o rebanho com tirania, dureza e brutalidade, foi o pastor Diótrefes. Ele chegou até a expulsar da igreja os irmãos que praticaram a hospitalidade em favor dos obreiros itinerantes enviados pelo apóstolo João (3 Jo 1.9-10).
Que Deus nos livre de pastores sem amor e que, por isso, são tiranos, indelicados, descorteses e estúpidos. Mas que Deus continue sempre nos dando pastores que amam seus rebanhos e que, por isso, tratam as ovelhas de Cristo e as demais pessoas com amabilidade, gentileza, brandura, suavidade, educação e cordialidade.

Ev. Fábio Henrique (Bacharel em Teologia, 1º Secretário da IEADEM e professor da EBD e do CETADEM)

SOMOS IMAGEM DE DEUS

E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem conforme a nossa semelhança; (Gn1.26)

Estes dias relendo o livro “Uma vida com propósitos” de Rick Warren, resolvi compartilhar esse texto que julgo de suma importância para todos que desejam ter uma vida focada em Deus.
Em toda criação somente o ser humano foi feito “imagem de Deus”. Esse é um grande privilégio que muito nos honra. Não podemos absorver tudo que essa frase abrange, mas com certeza é possível analisar alguns aspetos: assim como Deus somos seres espirituais – nosso espírito é imortal e sobreviverá ao nosso corpo terreno; somos intelectuais – podemos pensar, ponderar e solucionar problemas; como Deus o ser humano é relacional – podemos dar e receber amor verdadeiro; somos dotados de consciência moral – podemos discernir entre o certo e o errado o que nos torna responsáveis diante de Deus.
A Bíblia diz que todas as pessoas e não apenas os cristãos, detêm parte da imagem de Deus. Esse é o motivo pelo qual o assassinato e o aborto são errados. Mas a imagem está incompleta e foi danificada e distorcida pelo pecado. Então Deus enviou Jesus para restaurar essa imagem à sua plenitude, que havíamos perdido.
Com o que se parece a plena “imagem e semelhança” de Deus? Ela se parece com Jesus Cristo! A Bíblia diz que Jesus “é a imagem exata de Deus “a imagem do Deus invisível” e “a expressão exata do seu ser”.
As pessoas usam frequentemente a expressão “tal pai, tal filho” para se referir à semelhança entre ambos. Quando as pessoas percebem a semelhança entre mim e meus filhos, isso me agrada. Deus também quer que os filhos dele manifestem sua imagem e semelhança. A Bíblia diz: “Você foi (…) criado para ser semelhante a Deus em justiça e em santidade”.
Deixe-me ser absolutamente claro: você jamais se tornará Deus, ou mesmo um deus. Essa mentira impregnada de arrogância, é a mais antiga tentação de Satanás. Ele prometeu a Adão e Eva que, se seguissem seu conselho, seriam “como deuses”. Muitas religiões e filosofias da Nova Era ainda promovem a velha mentira de que somos divinos e podemos nos tornar deuses.
O desejo de ser divino manifesta-se toda vez que tentamos controlar as circunstâncias, o futuro e as pessoas ao redor. Na condição de criaturas, porém, jamais seremos o Criador. Deus não quer que você se transforme num deus, e sim que se torne como ele- que assuma valores, atitudes e caráter próprios da Divindade.
O supremo objetivo de Deus para sua vida aqui não é o conforto, e sim o desenvolvimento do caráter. Ele quer que você cresça espiritualmente e se torne semelhante a Cristo. Tornar-se semelhante a Cristo não significa perder a personalidade. Deus criou em você um caráter único, portanto é óbvio que não pretende destruí-lo. Ser semelhante a Cristo consiste em essência, na transformação do caráter, não da personalidade.
Deus quer que você desenvolva o tipo do caráter descrito nas bem – aventuranças de Jesus, no fruto do espírito, no notável capítulo de Paulo sobre o amor e nas características de uma vida produtiva e eficiente descrita por Pedro.
Nunca esqueça que a vida não gira em torno de você! Você existe para os propósitos de Deus e não o contrário. Por que Deus lhe proporcionaria um céu na terra, quando ele já planejou o verdadeiro céu para você na eternidade? Deus concede nosso tempo aqui para construirmos e fortalecermos nosso caráter para viver no céu.

Pr. Francisco Vicente (1º Vice-Presidente da AD em Mossoró e diretor do Departamento de Missões)

VALE A PENA SER EVANGÉLICO

Ser evangélico hoje virou moda no Brasil, segundo alguns estudiosos da ciência do comportamento humano. Mas o que isto significa para a igreja evangélica que, a cada dia, cresce vertiginosamente?
Porventura, não é hora de se fazer uma reflexão da doutrina, da fé e do comportamento evangélico no seio da sociedade brasileira? Ser evangélico não é só fazer uma opção religiosa ou aderir a uma igreja evangélica, como muitos estão fazendo hoje, em face das inúmeras promessas de prosperidade e bem estar nesta vida.
A verdade é que muitos estão em busca de sucesso e felicidade neste mundo e para isso buscam algumas igrejas evangélicas que oferecem um evangelho fácil, sem nenhum compromisso com Cristo.
Isto não se constitui novidade nenhuma, pois nos dias de Jesus aqui na terra, multidões o seguiam em busca dos milagres que Ele operava; levantava paralíticos, dava vista aos cegos, purificava os leprosos, ressuscitava mortos, multiplicava pães e peixes e dava de alimentar a multidões, enfim, milagres estavam presentes na vida ministerial do Senhor Jesus.
O povo queria as bênçãos de Jesus, porém seguí-Lo conforme seus ensinos, isto não era possível, pois não estavam dispostos a pagar o preço de um verdadeiro discípulo do Senhor.
Veja só, o povo quer as bênçãos de Deus, mas não o Deus das bênçãos.
Conforme depreendemos dos ensinamentos de Jesus, ser evangélico não é assimilar as verdades pregadas por Ele, mas praticá-las de modo que o mundo veja as palavras do Senhor encarnadas em nossa própria vida, como disse o apóstolo Paulo: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2.20).
Porventura, não é maravilhoso ser evangélico segundo os ensinos do Senhor Jesus?
Vale a pena ser evangélico, mesmo carregando o peso da cruz, renunciando os prazeres carnais, sofrendo as afrontas por amor a Cristo, discriminado por viver um estilo de vida diferente do mundo, pregar uma mensagem que contraria os desejos dos corações dos homens, sustentar uma fé que dá convicção de uma vida no céu com Deus, enfim, enfrentar as potestades do mal como bom soldado de Cristo, e assim, sair vencedor pelo precioso sangue de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
A palavra de Deus nos assegura que, se sofrermos, também com Ele reinaremos; se o negarmos, também Ele nos negará; se formos infiéis, Ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo (II Tm 2.12,13).

Pr. Martim Alves da Silva (Presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Estado do Rio Grande do Norte (IEADERN) e da Convenção Estadual de Ministros da Assembleia de Deus no Estado do Rio Grande do Norte (CEMADERN).

DEUS NOS AMOU PRIMEIRO

Queridos irmãos, compartilho neste momento um artigo interessante de autoria do Pr. José Wellington Bezerra da Costa (presidente da CGADB) indexado em sua coluna no site da CPAD News.
Nele, o pastor Wellington discorre acerca do grande amor de Deus por todos os pecadores, enfatizando que o Seu amor é sem igual, pois Ele já nos amava enquanto nós éramos pecadores. Meu desejo é que o irmão seja edificado por essa leitura.

Eu convido o prezado leitor a meditar comigo na seguinte mensagem extraída da Carta de Paulo aos Romanos: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8).
Aqui, o apóstolo estabelece uma das mais importantes doutrinas da Bíblia e, mais à frente, mostra os resultados da justificação pela fé.
Alguns comentaristas afirmam que esta Carta é a mais detalhada exposição do Evangelho da Salvação. Nela, seu autor destaca o resultado do amor de Cristo. Tenho ouvido grandes ensinadores falarem, e também tenho falado, do amor de Jesus, mas confesso que nestes anos exercendo meu ministério pastoral, ouvindo e divulgando o amor de Deus, eu ainda não consegui ouvir ou dizer tudo o que representa para a humanidade a grandiosidade do amor de Deus.
Quando estudamos a biografia e o ministério de Jesus, conseguimos identificar a personificação do amor, porque Seu ministério foi voltado inteiramente aos seres humanos.
O homem sempre foi carente do grande amor de Deus. Podemos observar que ao longo da narrativa exposta pelos evangelistas, alguns acontecimentos nos enchem de satisfação, por nos darem a chance de conhecer a maneira como Jesus ama a cada um de nós.
E quando eu observo a Igreja, procuro compreendê-la como uma amálgama de seres humanos formando um Corpo.
A Igreja é um organismo de composição a mais complexa possível, porque o nosso Deus não faz acepção de pessoas. O apóstolo Paulo escreveu a Timóteo e disse que o plano de salvação é universal, ou seja, para todo o mundo. O Senhor deseja que “todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade”.
Por meio de Jesus, nós somos alcançados pelo amor de Deus, somos acoplados ao Corpo de Cristo e passamos a sentir a vida que emana da Cabeça, que é Cristo, em Seu Corpo, que é a Igreja na face da Terra.
O crente sente-se fortalecido, porque a sua força é proveniente de Jesus: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu na cruz sendo nós ainda pecadores”. Esta é a prova do grande favor de Deus, e porque fomos alvos dessa graça, nossos nomes figuram no Livro da Vida.
Meu conselho para você é este: ame a Jesus. Entregue sua vida a Ele!

FONTE: cpadnews.com.br

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