HOJE, DIA DE SALVAÇÃO

Porém ele lhe disse: Um certo homem fez uma grande ceia, e convidou a muitos. E à hora da ceia mandou o seu servo dizer aos convidados: Vinde, que já tudo está preparado.( Lucas 14-16:17).
Hoje lhe convido a meditar comigo nesta parábola do Senhor Jesus, quando falou a respeito de um certo homem que preparou uma grande ceia. E “convidou a muitos” – Isso representa a oportunidade que Deus dá aos homens. Pois, assim amou ao mundo, que deu Seu filho Unigênito… A pergunta é: O que fazem os homens com este convite? O que você está fazendo com ele? A Igreja de Deus, através dos seus mensageiros, está proclamando: “Vinde, porque tudo está preparado!” – Jesus já pagou o alto preço, mediante o sacrifício na cruz do calvário. Nada mais se precisa fazer – está tudo preparado! “E o Espírito e esposa (a igreja) dizem: Vem! E quem ouve diga: Vem E quem tem sede venha; e quem quiser tome de graça da água da vida!” (Ap. 22.17).
Não despreze o convite, como fizeram os convidados desta ceia, ao apresentarem três desculpas proporias da negligência – O primeiro era dominado pelos cuidados deste mundo – Então, alegou ter comprado um campo, uma fazenda e assim precisava cuidar dos seus bens. De fato o desejo exagerado de possuir propriedades, bens e muitas riquezas, acaba excluindo multidões de pessoas, do reino dos céus. O segundo convidado estava dominado pelos cuidados de muitos negócios – Esse alegou haver comprado cinco juntas de bois, portanto, precisava experimentá-las. Por isso, deveria tê-lo por escusado.
É muito comum no dia a dia, ouvirmos pessoas que nos dizem não dispor de tempo para ir aos cultos, mas prometem que a qualquer momento tiram um tempinho e vão. Essas mesmas pessoas tem tempo para todo tipo de diversões, entretenimentos e variados tipos de lazer e até coisas que abomináveis que desagradam a Deus, todavia não dispõem de tempo para a alma, para a salvação, para Deus. O terceiro convidado apresentou as preocupações familiares: “Ele havia casado, sem dúvidas estaria numa viagem de lua de mel . E assim, os convidados ficaram do lado de fora da festa.
Após contar-lhes esta parábola, o Senhor Jesus solenemente, avisou com respeito àqueles que rejeitaram Cristo, negligenciaram a oportunidade de serem salvos, um dia clamarão: “Abre-nos a porta”, Porém, então, será tarde demais. Os que recusam serão recusados. “Nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia” Concluindo dizemos: “Eis agora o tempo aceitável, eis agora o dia da salvação”.

Francisco Vicente (1º Vice-Presidente da AD em Mossoró e diretor do Departamento de Missões)

ASSISTÊNCIA AOS NOVOS CONVERTIDOS

A assistência aos novos convertidos é um trabalho espiritual pelo qual o novo crente se firma na fé.
Ante a importância que a Bíblia confere ao trabalho de discipulado, o cristão responsável não tem outra opção senão realiza-lo.
O trabalho pelo qual o crente se firma na fé resulta tanto de um treinamento prático como de ensino.
O novo convertido precisa aprender verdades espirituais básicas, e aplica-las à sua vida, para que crie raízes e realmente comece a crescer em Cristo.
O discipulado também implica em assumir um relacionamento de pai e filho com o novo convertido. A Bíblia diz que o novo crente é uma criancinha em Cristo.
Essa comparação é muito adequada. Ele tem carências espirituais de natureza vital, tais como amor, proteção, “nutrição” e instrução, que correspondem exatamente às necessidades físicas de um bebê.
Assim como ocorre no plano físico, o novo convertido precisa de um pai espiritual que cuide dele e lhe forneça esses elementos durante os primeiros estágios de seu crescimento espiritual.
É importante que nos empenhemos no trabalho do aconselhamento de novos crentes. É preciso não somente que firmemos os novos crentes na fé, mas também que demos mais um passo, instruindo-os e desenvolvendo-os para que possam trabalhar eficientemente com outros, depois.
É importante que ele receba instrução na palavra de Deus. E, por último, como o ambiente exerce um papel predominante no período de crescimento, devemos fazer tudo que for possível para integrar o novo crente em uma boa e calorosa igreja.
Porque não pedirmos a Deus que nos capacite a trabalhar com discípulos fiéis, para que nossa vida se multiplique na vida de outros?

FONTE: projeto-timoteo.org

ACORDO, BASE PARA ANDAR JUNTOS

Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo? Amos 3.3.

O relacionamento conjugal e a família, de um modo muito especial, é uma escola onde se aprende a amar. A convivência diária obriga a acolher os outros com respeito, diálogo, compreensão, tolerância e paciência.
Este exercício forte de vivência das virtudes faz cada um crescer de modo harmonioso. Para que o acordo aconteça é preciso se conhecer um ao outro.
Ninguém ama a quem não conhece. É fundamental para a vida do casal, que cada um conheça a história do outro; conheça a sua vida, o seu passado, a realidade familiar de onde veio, a fim de poder compreendê-lo, ajudá-lo, amá-lo e perdoá-lo.
Torna-se muito dificil duas pessoas andarem juntas se não houver compromisso, acordo entre os mesmos.
Acordo é concordância entre partes discordantes. Um pacto ou um compromisso estabelecido de forma clara e transparente entre os envolvidos. No acordo deve haver harmonia nos propósitos e combinação.
Uma consonância, que talvez traduza melhor o que seja acordo, pois é manifestar o mesmo som, harmonia no que se toca e faz.
É impossível que duas pessoas andem juntas se possuem propósitos diferentes, pensamentos diferentes e metas diferentes. É impossível que haja harmonia quando cada um defende o seus interesses e suas vontades.
A vida é um jogo de interesses cujo objetivo é sempre vencer e nunca perder. Precisamos concordar com a tática do jogo, se não fica difícil de ganhar a partida. Quando o casal não consegue chegar a um acordo quanto as suas decisões nunca terão um casamento ou uma família vitoriosa.
O profeta Amóos faz um questionamento diante do povo de Deus: Duas pessoas andarão juntas se não estiverem de acordo? (Amós 3.3).
Caminhar juntos não é fácil, se requer esforço e muito trabalho. A mesma luta e empenho devem ser reforçados para se conquistar um acordo e viver um casamento harmonioso.
Maridos e mulheres devem sempre trabalhar juntos rumo à harmonia em suas decisões.
Alcançar o acordo, porém, é um processo. Processo é uma palavra relacionada com percurso, e significa avançar ou caminhar para frente.
Todos nós somos possuidores de ideias e sentimentos individuais sobre os mais diversos assuntos. Nossos pensamentos e sentimentos nem sempre combinam.
Devemos ouvir sempre e procurar entender e nos comprometer a chegar a um acordo. Cada um de nós deve apresentar sua perspectiva e, então, procurar um denominador comum.
Talvez não concordemos plenamente, mas devemos fazer concessões e mesclamos nossas ideias.
Cada cônjuge deve estar disposto a dar e a mudar situações, que venham propocionar beneficios e bem estar à convivência do casal.
É fundamental que os conjuges se preocupem em colocar como base de qualquer acordo o fundamento do amor. Sem um espírito de amor, que busca o bem-estar do outro, talvez nunca cheguemos a um acordo.
Há casais que alcançaram tudo o que queriam financeiramente, mas não conseguem viver bem juntos. Não adianta ter outras realizações e deixar o relacionamento conjugal se perder.
Precisamos aprender a cultivar a unidade em nosso relacionamento. E isto acontece quando aprendemos a andar de acordo e lidar de forma simples e prática nas questões do dia-a-dia.

Pr. Elumar Pereira  (Diretor do Departamento da Família da IEADEM)

ERROS BÁSICOS

No exercício de nossa liderança uma das certezas que podemos ter é que certamente cometermos erros. Estes, por sua vez, fazem parte da nossa constituição humana e, portanto, sempre estarão presentes em nossas ações.
Entretanto, também é verdade que muitos erros podem ser evitados; e se podem, devem ser. Nosso esforço contínuo de melhoria inclui a diminuição da margem de riscos e a consciência do que estão fazendo com suas devidas consequências. Isto por si só já ajuda bastante na diminuição de erros básicos e sistemáticos.
Dentro desta ótica vamos refletir sobre três erros básicos cometidos por Moises no texto de Números 20. Vejamos:
“E o Senhor falou a Moisés dizendo: Toma a vara, e ajunta a congregação, tu e Arão, teu irmão, e falai à rocha, perante os seus olhos, e dará a sua água; assim lhes tirarás água da rocha, e darás a beber à congregação e aos seus animais. Então Moisés tomou a vara de diante do Senhor, como lhe tinha ordenado. E Moisés e Arão reuniram a congregação diante da rocha, e Moisés disse-lhes: Ouvi agora, rebeldes, porventura tiraremos água desta rocha para vós? Então Moisés levantou a sua mão, e feriu a rocha duas vezes com a sua vara, e saiu muita água; e bebeu a congregação e os seus animais. E o Senhor disse a Moisés e a Arão: Porquanto não crestes em mim, para me santificardes diante dos filhos de Israel, por isso não introduzireis esta congregação na terra que lhes tenho dado.” Números 20:7-12
O contexto desta narrativa é bem simples. Houve um problema, estava faltando agua. O povo de Israel reclamou com Moisés e este foi buscar em Deus uma solução. Tudo certo; nada além do trivial na vida de um líder.
Sempre estamos tratando de problemas, buscando soluções diante de necessidades expostas. Pois bem, mesmo diante de um clima relativamente hostil, quando Moises e Arão oraram, Deus respondeu e disse o que era para fazer. Porém, Moisés não fez como Deus orientou e isto lhe custou muito caro; as consequências chegaram.
Neste cenário primeiro erro básico deste grande líder. A Precipitação. Agir sem medir as consequências é fruto de uma mente cansada. Quando estamos muito atarefados, cheios de obrigações e demandas, nos cansamos; isto afeta a qualidade de nossas ações. Aliás, é por isto que cansado você não deve tomar decisões importantes. Sua probabilidade de precipitação se torna exponencial.
A atitude de Moisés em não seguir a orientação de Deus foi uma grave precipitação. Quando tratamos principalmente da obra de Deus, precisamos seguir as orientações do Senhor desta obra.
Depois, o segundo erro básico é o descontrole emocional. Onde perdemos o equilíbrio o estrago está feito. Se perde a razão, se perde a noção e as emoções exaltadas trazem uma dose de ignorância a nossa postura de líder. As emoções fazem parte de sua vida; administra-las é um dever nosso. Impedir que elas venham é praticamente impossível, mas o gerenciamento é possível.
Moisés estava visivelmente irritado. Não era a primeira vez que o povo demostrava uma incredulidade, dúvidas e reclamação. Isto tirou este líder do sério; mas não foi só isto, tirou dele a possibilidade de entrar na terra prometida. Uma dica importante é você ter medidas práticas para combater as emoções tóxicas. Cantar, orar, conversar com amigos idôneos, ter pessoas que você ama por perto, ou seja, alimentar boas emoções ajuda você a equilibrar as situações de estresses; pensa nisso.
Por último Moisés não segue a orientação de Deus e segue sua própria visão de como tratar o problema. Ele se dirigiu ao povo, bateu boca, quando era para falar com a pedra. Se isto não bastasse bateu duas vezes na pedra. Repito o que já afirmei, em se tratando da obra de Deus é preciso redobrar o cuidado para fazer exatamente o que nosso Senhor está orientando para fazer. Esta atitude de submissão a sua vontade nos garante a solução adequada para as situações mais difíceis.
Podemos aprender uns com os outros. Podemos aprender com os erros de grandes líderes como Moisés; até nestes momentos existem lições a serem extraídas para nossa edificação. Deus te abençoe. Lidere onde estiver.

Pr. Wendell Miranda (2° vice-presidente da IEADEM, Superintendente do Sistema de Comunicação da AD em Mossoró)

MAIS AMIGOS DOS PRAZERES QUE AMIGOS DE DEUS

Nos tempos difíceis e trabalhosos nos quais estamos inseridos (2 Tm 3.1), muitas pessoas vivem em função da busca pelo prazer imediato e a qualquer custo, sem medir as consequências. Essa corrida desenfreada das pessoas à procura do prazer e da autossatisfação tem se tornado um fim em si mesmo. O hedonismo tem se tornado um deus para muita gente. Por meio dos seus pensamentos e ações, os hedonistas evidenciam que são “…mais amigos dos prazeres que amigos de Deus” (2 Tm 3.4 – ARA). Neste versículo, a expressão “amigo dos prazeres” é a tradução do adjetivo grego “philedonos”, o qual vem de “philos”, que significa “amigo”; e de “hedone”, que significa “prazer” ou “desejos pelo prazer”.
Enquanto “philedonos” só ocorre uma vez na Bíblia (2 Tm 3.4), “hedone” ocorre cinco vezes (Lc 8.14; Tt 3.3; Tg 4.1,3 e 2 Pe 2.13). Essa palavra grega “hedone” deu origem à palavra “hedonismo”, a qual se refere à doutrina e estilo de vida que considera o prazer como o bem supremo, finalidade e fundamento da vida moral. O hedonismo não considera que o homem é pecador por natureza e o seu coração é mau continuamente e pervertido desde a meninice (Gn 6.5; 8.1; Pv 6.14). O profeta Jeremias disse: “enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?” (Jr 17.9). Muitas vezes, alguns prazeres imediatos podem trazer consequências desastrosas em médio e longo prazos para o próprio hedonista. Inclusive, há um versículo em Provérbios que diz: “quem se entrega aos prazeres passará necessidade; quem se apega ao vinho e ao azeite jamais será rico” (Pv 21.17 – NVI).
Na parábola do semeador, Jesus disse que umas sementes caíram entre os espinhos (Lc 8.7). Isso significa aqueles que ouviram a Palavra e, no decorrer dos dias, foram sufocados com os cuidados, riquezas e deleites da vida, de modo que os seus frutos não chegaram a madurecer (Lc 8.14). Isso mostra que o hedonismo pode afastar o crente dos caminhos do Senhor. Apóstolo Paulo disse que antes de sermos crentes éramos insensatos e desobedientes, vivíamos enganados e escravizados por toda espécie de paixões e prazeres (Tt 3.3).
Apóstolo Tiago proferiu uma palavra muito dura contra infiéis que amavam mais o mundo do que a Deus (Tg 4.4). Ele afirmou: “de onde procedem guerras e contendas que há entre vós? De onde, senão dos prazeres que militam na vossa carne?” (Tg 4.1 – ARA). Os desejos hedonistas, subjacentes e arraigados dentro da natureza humana, sempre induzem o homem à prática dos prazeres pecaminosos. Continuando sua repreensão contra esses hedonistas, Tiago ainda declarou: “…nada tendes, porque não pedis; pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres” (Tg 4.2-3 – ARA). Dessa forma, vemos que os desejos hedonistas dos homens impedem que Deus responda favoravelmente às orações deles. Referindo-se aos falsos mestres que semeiam dissimuladamente heresias de perdição no meio do povo de Deus (2 Pe 2.1), apóstolo Pedro disse que eles “…consideram prazer entregar-se à devassidão em plena luz do dia. São nódoas e manchas, regalando-se em seus prazeres, quando participam das festas de vocês” (2 Pe 2.13 – NVI).
Ao serem mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, os hedonistas revelam que são narcisistas e ególatras, visto que o deus deles é o próprio ventre (Rm 16.18; Fp 3.19). Para as pessoas hedonistas, a vida está aí para ser vivida plenamente por meio da satisfação de todos os desejos da natureza humana. Quem age dessa forma, andando nos desejos da carne, e fazendo a vontade da carne e dos pensamentos, são as pessoas que não conhecem a Deus (Ef 2.3; 1 Pe 4.2-3).
Deus não é contra a gente sentir prazer nas coisas, desde que esse prazer seja saudável, edificante e alinhado com a vontade de Deus. Quanto aos prazeres pecaminosos, “…não deixem que o pecado domine o corpo mortal de vocês e faça com que vocês obedeçam aos desejos pecaminosos da natureza humana” (Rm 6.12 – NTLH). Ainda que determinados prazeres não sejam pecaminosos em si mesmos, antes de buscá-los devemos analisar se eles não são embaraçosos (Hb 12.1), se eles convêm e edificam (1 Co 10.23), e se vale a pena a gente se envolver com determinados negócios desta vida (2 Tm 2.4). A vida desregrada e inconsequente, em busca do prazer pelo prazer, na verdade é uma forma de escravidão, e não de liberdade. Ao contrário dos hedonistas, que são escravos dos prazeres, o cristão deve adotar o conselho Bíblico que afirma: “todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas” (1 Co 6.12 – ARA).

Ev. Fábio Henrique (Bacharel em Teologia, 1º Secretário da IEADEM e professor da EBD e do CETADEM)

QUE TEMPO É ESTE?

“E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim” (Mt 24.14)

Estamos vivendo um tempo ímpar, maravilhoso. Um tempo onde a presença de Deus é algo visível. Deus tem derramado de seu Espírito e percebemos, hoje, em todos os lugares pessoas sedentas e famintas da presença de Deus.
Já não se encontra tanta oposição ao servir ao Senhor como outrora, mesmo os mais distantes, concordam que a presença do poderoso Senhor trás paz, alegria, prosperidade, domínio próprio, responsabilidade e sabem que a presença de Deus na vida do homem é algo bom, muito bom.
Embora ainda cativas e pressionadas por forças hostis, buscam ouvir dos cristãos as maravilhas que o Senhor tem realizado.
Deus tem dado a sua igreja a revelação da sua palavra, não por mérito nosso, mas por que como o Senhor diz que os segredos serão revelados aqueles que ele escolheu, porque “as coisas que o olho não viu e nem ouvido ouviu e que não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para aqueles que o amam (1 Co 2:9). Em 1º Pedro capítulo 2, versículo 9 lemos: “Vós, porém, sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, a fim de anunciardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”.
Somos portanto uma geração escolhida, separada, eleita por ele com uma responsabilidade ministerial de suma importância. Nação santa, exclusividade do Criador. Fomos criados para o louvor da Sua glória, capacitados para anunciar, proclamar, difundir as virtudes do nosso salvador. Fomos arrancados das trevas para a luz.
Devemos ter as características d’Aquele que nos salvou. A paz de Cristo deve reinar em nossos corações, as nossas decisões devem ser firmes, a marca inconfundível do sangue remidor deve ressaltar em nossas vestes.
A Palavra de Cristo deve habitar em nossos corações e havemos de ser santos, e revestidos de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade.
A melhor maneira de proclamarmos as virtudes Daquele que nos tirou das trevas para a luz é mostrando ao mundo com ousadia as marcas do Seu caráter em nós. Devemos ser santos como é santo o nosso pai. Quando isto acontece, a perfeição deixa de ser uma utopia e passa a ser uma realidade em nossas vidas, como está escrito: “E estais perfeitos nele, que é a cabeça de todo principado e potestade” (Cl 2.10). Significa dizer que do mesmo modo como Cristo sendo a cabeça de todos os poderes, não necessita de nenhum supridor, tendo-o, não necessitamos de nenhum outro.
É necessário sim, para anunciar as virtudes, que tenhamos vivenciado estas virtudes. Esta é uma geração que entendeu a realidade que Pedro, Paulo, Estevão, Timóteo viveram e o porque compreendem o comportamento de Pedro para que a sua sombra curasse.
Deus quer que esta geração do presente tempo, veja mortos ressuscitar, cegos ver, coxos andar, surdos ouvir. Esta geração santa, este povo exclusivo estará assumindo corajosamente a responsabilidade de anunciar as virtudes do Senhor através da pregação, de uma vida de oração contínua, gerando assim intimidade com o criador e intimidade gera confiança e confiança gera relacionamento extraordinários, saudáveis e isto atrai os parentes, vizinhos e amigos.
Este é o nosso tempo irmãos “Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração” (Rm 12.12).

Francisco Vicente (1º Vice-Presidente da AD em Mossoró e diretor do Departamento de Missões)

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