SOLIDIFICAÇÃO, FRATERNIDADE E AVANÇO (I CO 15.58)

Que seja bem vindo, o novo ano, abençoado 2015, venturoso 2015… Deus, nosso Salvador deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade.
O que chama atenção de imediato é da expressão “todos os homens”, com o sentido de “todas as pessoas”.
A igreja deve orar por todos. Não somente por todas as pessoas em geral, mas especialmente elos reis e pelos líderes das nações, para que preservem a paz — mesmo que naquele tempo não houvesse nenhum governante cristão em lugar algum do mundo. O desejo de Deus diz respeito a todos. Deus quer que todos sejam salvos, ou seja, a igreja deve demonstrar interesse por todas as pessoas, pois Deus se interessa por todos. Além disso, a universalidade da mensagem do evangelho repousa sobre a unicidade de Deus: “Pois há um só Deus” O principal fundamento para as missões mundiais é o monoteísmo.
Amados irmãos, nossa gestão tem procurado continuar com a tocha acesa, recebida dos meus antecessores. Este ano de 2015, nosso lema é: SOLIDIFICAÇÃO, FRATERNIDADE
E AVANÇO. SOLIDIFICAR, quer dizer, estabelecer, firmar, consolidar e confirmar. Esperamos que, o crescente interesse pelo estudo teológico em nossa igreja em Mossoró, seja cada vez mais fortalecido. Prosseguir na firmeza da nossa “IEADEM,“ nesta região Oeste. Investir no discipulado, no doutrinamento eficaz de nossos membros e congregados, bem como dos obreiros em geral, assim como seminários, simpósios e reuniões de lideranças e encontros que aprimorem cada vez mais da criança ao mais idoso. Deste modo alcancemos a SOLIDIFICAÇÂO de nossa Igreja em 2015, num processo, que a cada dia tenhamos excelentes resultados e assim cumprirmos a proposta das metas estabelecidas.
FRATERNIDADE, este sentimento universal designa a boa relação entre os seres humanos, termo que vem do latim “Frater”, que é igual a irmão, em que se desenvolvem sentimentos de afeto próprios de irmandade, em respeito pela dignidade da pessoa humana e na igualdade
de direitos entre todos.
AVANÇO, toda e qualquer mudança é um avanço, um passo á frente, uma ousadia que nos concedemos a nós que tememos tanto o desconhecido. Apesar das nossas fragilidades. Avançamos no progresso das coisas de Deus. Esperamos que tenhamos avanço na formação do crescimento da igreja do Senhor Jesus Cristo nesta região, na formação da dignidade humana, nesta sociedade de tanto avanço. Porque entendemos que avanço é progresso.

Pr. Francisco Cícero Miranda

Assembleia de Deus: Mais de 100 anos de Pentecostes

Após sua ressurreição e pouco antes de sua ascensão aos céus, Jesus prometeu à igreja: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (At 1.8). O Poder Pentecostal é uma capacitação sobrenatural do Espírito Santo na vida do crente para que elefaça a obra de Deus com mais eficiência(Lc 24.49).
No final do século IXX para início do século XX, quando muitas igrejas estavam secularizadas e formalistas, vários cristãos não se conformaram com essa situação e começaram a pregar e a praticar uma vida de mais santidade, maior valorização das coisas espirituais e maior relação de dependência do Espírito Santo. O que eles queriam era viver o Evangelho de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo de uma forma mais plena, inclusive com maior manifestação dos sinais sobrenaturais prometidos por Jesus (Mc 16.15-20). Isso se constituía numa terra fértil para a pregação da Palavra de Deus a respeito da grande verdade expressa em Atos dos Apóstolos capítulo 1, versículo 8: a igreja deve pregar o evangelho em todos os lugares, simultaneamente, no poder e na dependência do Espírito Santo.
Como consequência desse mover do Espírito Santo, Deus enviou para o Brasil (Belém-PA) dois jovens suecos com a finalidade de ganharem almas para Jesus, o que deu surgimento à Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Brasil. Antes de ser uma denominação religiosa, a Assembleia de Deus no Brasil é um Movimento do Espírito Santo, que no mês de junho de 2015 completará 104 anos de existência. Ao longo da sua história, a nossa igreja tem sido conhecida como uma igreja que zela pela santidade, oração, evangelização e poder pentecostal. Porém, atualmente se observa que muitos crentes assembleianos e muitas igrejas locais da Assembleia de Deus têm negligenciado esses valores, de modo que já não desfrutam mais de um mover do Espírito Santo de uma forma tão intensa como antes.
Após um século de existência, a Assembleia de Deus precisa fazer uma reflexão para saber se realmente estamos sendo e fazendo tudo aquilo que Deus espera que sejamos e façamos. Não basta apenas mostrar os números do que temos feito, mas também temos que nos humilhar diante de Deus por aquilo deixamos de ser e de fazer. Não podemos perder tempo com coisas pequenas e que não edificam, para que não percamos o foco da nossa missão como igreja. Estejamos atentos, pois o diabo não se cansa de semear contendas entre os irmãos e de fazer com que estejamos sempre envolvidos e embaraçados com coisas pequenas em detrimento do que é essencial.
Nos últimos anos as pessoas e a sociedade têm experimentado mudanças muito velozes, com impactos diretos em todas as atividades da igreja. Assim, temos que fazer uma leitura do mundo atual para saber se estamos sendo eficientes no cumprimento das nossas missões de sermos “sal da terra e luz do mundo” (Mt 5.13-16), de evangelização (Mc 16.15) e de discipulado (Mt 28.19). Essa reflexão certamente nos levará a mudanças nas formas de pensar e de se comportar, como também em alguns métodos, técnicas e estratégias de evangelização que usamos, mas jamais deve mudar os princípios da Palavra de Deus, os quais são imutáveis. Sem a Bíblia e sem o Espírito Santo, a igreja deixa de ser um organismo vivo e passa a ser uma mera organização religiosa. Temos que ser cada vez mais uma igreja da Palavra e do Poder. Não somente da Palavra, mas também do Poder. Não somente do Poder, mas também da Palavra.
Esse Poder ao qual me refiro é o Poder Pentecostal. A Assembleia de Deus brasileira tem sido considerada uma igreja pentecostal porque seus membros crêem, buscam, recebem e ensinam o Batismo com o Espírito Santo e os Dons Espirituais. Para que as manifestações do batismo com o Espírito Santo e dos dons espirituais continuem acontecendo nos dias atuais, é necessário que conheçamos e preguemos a respeito desses temas, pois é a pregação da Palavra de Deus que gera avivamento.

Ev. Fábio Henrique Tavares de Oliveira

Deveres diários do cristão

VIGILÂNCIA I:
CORAÇÃO: Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque
dele procedem as saídas da vida. Pv 4.23;
PÉS: Guarda o teu pé, quando entrares na Casa de Deus; e inclina-te mais a ouvir do que a oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal. Ec 5.1;
BOCA: O que guarda a boca e a língua guarda das angústias a sua alma. Pv 21.23.

VIGILÂNCIA II:
FÉ: Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. II Tm 4.7;
MANDAMENTOS: Guarda os meus mandamentos e vive; e a minha lei, como a menina dos teus olhos. Pv 7.2;
FIDELIDADE: Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. Ap 3.11.

VIGILÂNCIA III:
PRIVACIDADE: O que anda praguejando descobre o segredo, mas o fiel de espírito encobre o negócio. Pv 11.13;
MODÉSTIA: Guardai-vos de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles; aliás, não tereis galardão junto de vosso Pai, que está nos céus. Mt 6.1;
INVESTIDURA: Guarda o bom depósito pelo Espírito Santo que habita em nós. II Tm 1.14.

VIGILÂNCIA IV:
OBREIROS REPROVADOS: Guardai-vos dos cães, guardai-vos dos maus obreiros, guardai-vos da circuncisão! Fp 3.2;
AMIGOS: Filho meu, se os pecadores, com blandícias, te quiserem tentar, não consintas. Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os pés Pv 1.10,15;
LUXÚRIA: Dize à Sabedoria: Tu és minha irmã; e à prudência chama tua parenta; para te guardarem da mulher alheia, da estranha que lisonjeia com as suas palavras. Pv 7.4-5.
As prescrições acima foram impostas aos justos. Eles, embora lutem para satisfazê-las, reconhecem a fragilidade pessoal, então clamam ao Senhor.
Davi pediu: Guarda-me, ó Deus, porque em ti confio. Sl 16.1; Judas assegurou: Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória, ao único Deus, Salvador nosso, por Jesus Cristo, nosso Senhor, seja glória e majestade, domínio e poder, antes de todos os séculos, agora e para todo o sempre. Amém! Jd 1.24-25.

 Pr. Francisco Cícero Miranda

Diante de grandes desafios

O que as pessoas estão procurando para enfrentar seus grandes desafios? O positivismo pode nos ajudar diante dos grandes desafios que a vida nos apresenta? Nós cristãos, como devemos agir diante dos nossos grandes desafios?

Em momentos de crise, muitos esperam por uma tábua de salvação e o que essa expressão quer dizer? Imagine que você está no meio de um rio, por exemplo, tentando se salvar. É comum vermos cenas assim em filmes de aventura. Então, surge um tronco de árvore boiando… Mas, se você estiver em um rio muito gelado, morrerá agarrado à sua tábua com hipotermia! E se o rio for de corredeira, como se livrar das pedras e dos redemoinhos?
Outras pessoas diante dos desafios que a vida lhes impõe, buscam ser positivistas. Em um determinado momento se  ostram fortes, mas logo desanimam, esmorecem e continuam a procurar meios para dar a volta por cima. Elas tentam praticar a filosofia ou a ciência da autoajuda, mas desmoronam porque não possuem uma estrutura espiritual que escore ou norteie o seu psicológico – mente e emoções.
Muitos carregam a ideia de que Deus, o Evangelho, a Igreja e a Bíblia lhes servem como tábuas de salvação em momentos de crise. Isso é superstição, é desespero e não fé. Como uma pessoa pode achar que pensando positivamente poderá mudar a sua estrutura interior? “Será que o etíope pode mudar a sua pele? Ou o leopardo as suas pintas? Assim também vocês são incapazes de fazer o bem, vocês que estão acostumados a praticar o mal” (Jr 13.23 NVI).
Antes de chegar a Corinto, Paulo havia passado por uma situação desanimadora em Atenas. Ele não foi tão bem-sucedido ao pregar o Evangelho naquela cidade (cf. At 17.16-34). Então, ele chega à cidade de Corinto se sentindo enfraquecido e temeroso quanto aos resultados (1 Co 2.3). Essa era a sua condição interior e como ele agiria diante desse grande desafio? Suas palavras nos dizem que:

1) A verdadeira fé não se baseia em ideias humanas, mas no poder de Deus (v.5);
2) Em vez de elaborar ideias pessoais, ele confiaria no poder do Espírito Santo (vs.2-4):
3) Ele venceria o seu medo confiando e se entregando ao trabalho de Deus em sua vida. O
exemplo de Paulo deve nos inspirar a agir com fé diante dos nossos grandes desafios:
1º) Não fique esperando que algo caia do céu como sua “tábua da salvação”, mas seja corajoso. Ponha a sua vida nas mãos do SENHOR, confie Nele, e ele o ajudará (Sl 37.5 NTLH);
2 º) A primeira mudança não é a exterior e sim aquela que você não consegue fazer por si mesmo, a interior. (…) Deus está sempre agindo em vocês para que obedeçam à vontade dele, tanto no pensamento como nas ações (Fp 2: 13 NTLH);
Paulo ainda diz: E é por Cristo que temos tal confiança em Deus; Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus. (2 Co 3.4,5 NTLH);
3º) Creia no poder de Deus que está agindo em sua vida. Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece (Fp 4.13 NTLH);
4º) Não se envergonhe do Evangelho, pratique-o e se posicione como um filho de Deus que foi salvo pelo Seu poder. Eu não me envergonho do evangelho, pois ele é o poder de Deus para salvar todos os que creem (…) (Rm 1.16 NTLH);
5º) Confie na bondade de Deus. O Senhor é bom para com aqueles cuja esperança está nele, para com aqueles que o buscam (Lm 3.25 NVI).
Em vez de buscar superstições ou práticas fantasiosas, ideias ou filosofias humanas que sempre mudam, busque a Jesus que sempre é o mesmo. Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente (Hb 13.8 Atualizada).

Pr. Francisco Cícero Miranda

Perseverança

A perseverança é uma das doutrinas basilares das Escrituras, todos os cristãos são chamados a permanecerem firmes, a resistirem independentemente das circunstâncias. Após recebermos o evangelho, devemos prosseguir até o final. O verbo hupemeno em grego pode ser traduzido positivamente, com o sentido de resistir ou permanecer firme. A mensagem de Jesus nos inspira a seguir adiante, mesmo quando estivemos diante das tribulações, nas quais devemos ser pacientes (Mt. 24.13; Rm. 12.12).

O substantivo hupomene, derivado daquele verbo, se refere à perseverança frente às forças hostis. A esse respeito, Tiago nos lembra de que Jó demonstrou grande hupomene quando foi afligido por Satanás (Tg. 5.11). Mas é Jesus nosso maior exemplo de perseverança, pois mesmo diante da morte, não desistiu, padecendo na cruz (II Tm. 2.10). Ele mesmo desafiou seus discípulos a permanecerem na palavra, como característica daqueles que se identificam com ele (Jo. 8.31,32). Sem perseverança ninguém pode chegar à plenitude da salvação (Mt. 10.22).

A fim de continuarmos firmes, devemos manter os olhos fitos nas promessas de Deus (Cl. 1.23). Como no tempo em que foi escrita a Epístola aos Hebreus, muitos estão desistindo da caminhada, outros estão perdendo a fé (Hb. 2.1; 3.6; 6.11; 10.35-39). A perseverança dos santos é principalmente uma atuação do Espírito Santo. Através dEle, Jesus guarda os seus, a fim de que permaneçam na verdade (Jo. 6.38-40). De acordo com Paulo, a hupomene é gerada, através do Espírito Santo, na vida do crente em um trabalho conjunto (Rm. 8).

Ciente dessa atuação divina em nossas vidas, podemos ter a convicção que o Deus que começou a boa obra a levará adiante (Fp. 1.6). A hupomene que é construída em nós por Deus, através do Espírito, fundamenta em Sua Palavra, é um desafio e uma promessa. Por isso os crentes não podem fitar apenas suas conquistas do passado. Aqueles que apenas olham para trás não podem progredir na jornada. Devemos manter os olhos nAquele que é o Autor e Consumador da nossa fé (Hb. 12.2). Cada manhã é uma nova oportunidade para reafirmar nossa esperança nas promessas de Deus.

A confiança em Deus, a certeza de que temos um Consolador, o Paracleto Divino, é a segurança de que, se permanecermos fiéis até o fim, e receberemos a coroa da vida (Ap. 2.20). Enquanto esse dia não chega, devemos nos envolver na obra de Deus, sempre firmes e constantes, sabendo que nosso Senhor, nosso trabalho não será vão (I Co. 15.58). Nessa hupomene, deixamos para traz todo embaraço, e seguimos olhando para frente, em busca do prêmio da soberana vocação em Cristo (Fp. 3.14).

Portanto, amados irmãos, alicerçados na instrução paulina, não desfaleçamos, pois ainda que o homem exterior se corrompa, o interior se renova a cada dia (II Co. 4.16).

Ev. José Roberto A. Barbosa

O relacionamento entre o crente e o mundo

Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.” 1 Jo 5,16

Não ameis o mundo, no sentido original do verbo ameis, significa tanto parar de amar como não ter por hábito amar o mundo. Naturalmente o mundo aqui não significa o mundo da criação, o sistema e ordem encontrado na criação do mundo físico, nem significa a humanidade em geral, como em João 3.16. O mundo que não devemos amar são as ideias e práticas da humanidade pecadora e de espírito rebelde contra Deus. O que devemos rejeitar hoje é o sistema do mundo, um sistema organizado encabeçado por Satanás que deixa Deus de lado e está na realidade se opondo a Ele (João 12.31; 14.30; 16.11). O amor a esse mundo é o oposto ao amor a Deus: não existe meio termo, pois se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. E esse amor ao mundo consiste não somente nos prazeres obviamente malignos, imorais e pecaminosos do mundo, mas também se refere ao espírito de rebelião que nele age contra Deus, e de resistência ou indiferença a Ele e à sua revelação. Isso ocorre em todos os empreendimentos humanos que não estão sob o senhorio de Cristo. Na presente era, Satanás emprega as ideias mundanas de moralidade, das filosofias, psicologia, governos, cultura, educação, ciência, arte, medicina, música, sistemas econômicos, diversões, comunicação de massa, esporte, agricultura, etc, para opor-se a Deus, ao seu povo, à sua Palavra e aos seus padrões de retidão . Por exemplo, Satanás usa profissionais para promover a matança de seres humanos nascituros; a agricultura para produzir drogas destruidoras da vida, tais como o álcool e os narcóticos; a educação, para promover a filosofia ímpia humanista; e os meios de comunicação em massa, para destruir os padrões divinos de conduta. Os crentes devem estar conscientes de que, por trás de todos os empreendimentos meramente humanos, há um espírito, força ou poder maligno que atua contra Deus e a sua Palavra. Em alguns casos, essa ação maligna é menos intensa; noutros casos, é mais. Finalmente, o “mundo” também inclui todos os sistemas religiosos originados pelo homem, bem como todas as organizações e “igrejas” mundanas, ou mornas. A cultura e civilização contemporânea é anti-Deus, e é por isso que nós, os filhos de Deus, não podemos amá-la. Muitos de nós vivemos no mundo de negócios, muitos temos mesmo que andar dentro de um ambiente social, mas não precisamos ser parte deles. Antes costumávamos obedecer ao sistema do mundo, viver nele, e apreciá-lo, mas agora somos filhos de Deus e vamos obedecê-lo. Isto significa crucificar o mundo, como Paulo disse: “Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo” (Gl 6.14). Uma cruz o separava deste sistema mundial satânico, e ele se gloriava nessa cruz mediante a qual o mundo havia morrido para ele, e ele para o mundo.

O mundo está passando – vai chegar a um fim, assim como as trevas vão se dissipar mesmo a sua concupiscência. Mas aquele que persevera em fazer a vontade de Deus permanece eternamente: ele está fazendo aquilo que é permanente, tem estabilidade, e vai durar por toda a eternidade.

Pr. Francisco Vicente.

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