O QUE É UMA VISÃO?

É o que você vê. Literalmente é uma imagem ou cenário que você visualiza. Organizacionalmente representa uma direção em favor de um alvo ou estado maior que se deseja alcançar.

Em uma igreja, quando se expõe uma visão ministerial, se pretende transmitir a todos os níveis de liderança e membresia um norte para sua atuação diária e uma harmonia entre os princípios transmitidos no desenvolvimento do serviço prestado com amor e dedicação por cada um.

Entender a visão ministerial verbalizada e exposta sistematicamente pela direção da igreja é um passo essencial para a implantação e vivência desta proposta.
Cada dirigente de congregação, líderes de departamentos, obreiros que atuam em diferentes níveis de liderança trazem consigo o compromisso de defender, ensinar e propagar a visão ministerial da IEADEM, que representa o modelo de gestão aplicado atualmente.
O crescimento saudável, bíblico, de um só corpo e propósito, converge nesta unidade. Nossa igreja tem se mostrado unida, graças ao nosso Deus por isto.
Nove palavras-chaves transmitem os conceitos defendidos nesta visão. As três primeiras refletem a base de nossa igreja. Oração, Ensino e Evangelização. Sermos comprometidos com tempo de oração, incentivo e apoio ao ensino e envolvimento efetivo na evangelização.
Depois, seguimos com outro ciclo de ideias: Amizade, respeito e colaboração. Dentro do reforço da unidade da igreja estas três palavras ganham uma grande força. Ter uma postura colaborativa, com cada dom e talento de nossos irmãos, respeitando uns aos outros e nutrindo uma amizade cristã sincera.
Por último temos: Consolidação, fraternidade e avanço. A questão do discipulado ganha destaque nesta consolidação, seguida da estruturação de diversos trabalhos abertos nos últimos anos. A fraternidade reforça a necessidade contínua de nos percebermos como uma família e que assim, somos irmãos uns dos outros. O avanço nos mostra a necessidade de continuar crescendo no binômio de quantidade e qualidade, uma vez que um não anula o outro e, sim, se completam.
Nove palavras que resumem uma visão, um ideal a ser buscado a cada dia e aprofundado em todas as ações de nossa igreja e, assim, construirmos por estes princípios bíblicos uma igreja cada vez mais forte e madura, glorificando nosso Deus.

Pr. Wendell Miranda

REGENERAÇÃO

A palavra regeneração é particularmente utilizada no Novo Testamento, e em grego é polingenesia, com um conceito bastante amplo, podendo significar “novo nascimento” (Jo. 3.3,4), “gerar de novo” (I Pe. 1.3), e “nova criação” (II Co. 5.17; Gl. 6.15). Esse fenômeno tem relação com ensinamentos do Antigo Testamento, que tratam sobre o recebimento de “um novo coração” (Ez. 36.26) e a “um novo espírito” (Dt. 10.16; 30.6). Em Ez. 36.24 Deus promete retirar o coração de pedra, dando-lhe um novo espírito (ruah em hebraico), e um coração de carne (basar em hebraico).
Em Cl. 2.11 Paulo discorre a respeito da polingenesia, argumentando que essa é uma transformação que ocorre no coração daqueles que foram salvos através das obras de Cristo (Cl. 2.11). Mas é a passagem de Jo. 3.3,4, que costuma ser mencionada quando se trata da regeneração, por meio da expressão “novo nascimento”. Mas a palavra grega anothen seria melhor vertida para o português como “de cima”. Isso porque a regeneração é uma ação divina que vem do alto, é uma iniciativa do próprio Deus, que pelo Seu Espírito Santo traz vida ao pecador.
Paulo explica a Tito que não fomos salvos por causa das obras, mas por meio da misericórdia de Deus, sendo lavados pela polingenesia do Espírito Santo (Tt. 3.5). No ato da regeneração, a pessoa se torna uma nova criatura, na verdade, sai de uma condição de morte e passa para a vida (Ef. 2.1-5). O evangelho reconhece que se trata de um acontecimento maravilhoso, quando alguém se arrepende dos seus pecados e se volta para Jesus Cristo, confessando-O como Senhor e Salvador.
Algumas traduções bíblicas utilizam a palavra “renovação” para traduzir o termo grego polingenesia. Mas a expressão “nascer de novo” é a mais aceita no meio cristão, em alusão à citação de Cristo, em seu diálogo com Nicodemos, afirmando a necessidade do nascimento de cima (Jo. 3.3). Nessa conversa com o líder judeu, Jesus questiona a religiosidade humana, defendendo que a regeneração é um nascimento pessoal, que não pode ser substituída por práticas meramente religiosas.
Para Jesus, bem como para Paulo, o Espírito Santo é o agente da polingenesia, considerando que o “o vento sopra onde quer” (Jo. 3.8), e que “somos conduzidos pelo Espirito” (Rm. 8.14). A polingenesia, por conseguinte, tem uma relação direta com a santificação, pois a pessoa que nasceu de cima passa a buscar as coisas que são do alto (Cl. 3.1). Há nas igrejas pessoas ligadas a simples religiosidade, e que não experimentaram a polingenesia. Tais pessoas são chamadas a um genuíno arrependimento (At. 3.19), a fim de nascerem de Deus, condição necessária para ver o Seu reino (Jo. 3.3).

Ev. José Roberto Barbosa

AMBIÇÕES EGOÍSTAS E CONTENDAS DE PALAVRAS

No que se refere às obras da carne que se manifestam nos relacionamentos interpessoais, estudamos no mês anterior os pecados de ciúme e invejas. Agora vamos estudar os pecados de ambições egoístas e de contendas de palavras (porfia), listados em Gl 5.20. Neste versículo, a palavra grega “eritheiai” é traduzida nas nossas versões da Bíblia em português por “pelejas” (ARC), “discórdias” (ARA), “ambição egoísta” (AS21 e NTLH), “egoísmo” (NVI) e “esforço constante para conseguir o melhor para si próprio” (BV).
O vocábulo grego “eritheiai” é o plural de “eritheia”, que significa uma distinção requerida, um desejo de colocar-se acima, um espírito partidário e faccioso, um sentimento de rancor, hostilidade e oposição baseado em inveja e implicando em rivalidade. “eritheia” também indica a feitura de algo com propósitos egoístas e com espírito faccioso. Antes do Novo Testamento, essa palavra é encontrada somente em Aristóteles, significando uma perseguição egoísta do ofício político por meios injustos.
No Novo Testamento Grego o vocábulo “eritheia” ocorre apenas em Tg 3.16, mas seus correlatos ocorrem em seis versículos: “eritheian” em Fp 2.3 e Tg 3.14, “eritheias” em Rm 2.8 e Fp 1.17 e “eritheiai” (plural de “eritheia”) em 2 Co 12.20 e Gl 5.20.
Apóstolo Tiago falou que a sabedoria terrena que se opõe à sabedoria do alto é própria da natureza humana e é diabólica (Tg 3.15), a qual se manifesta por meio dos sentimos de inveja amarga e de ambição egoísta (gr. “eritheian”) (Tg 3.14), como também mediante o espírito faccioso (gr. “eritheia”) (Tg 3.16). Em 2 Co 12.20, apóstolo Paulo disse que ia visitar a igreja de Corinto, mas quando chegasse lá não queria encontrar pecados de “eritheiai” (palavra grega traduzida por “ambição egoísta” na AS21 e por “discórdias” na ARA).
A exemplo do que ocorrera entre os Filipenses, infelizmente muitos crentes estão caindo nesse tipo de pecado dentro das igrejas atuais, ao brigarem por cargos eclesiásticos e por reconhecimentos humanos, movidos pelos sentimentos de ambição egoísta e de rivalidade. Apóstolo Paulo afirmou, em Fp 1.17, que alguns pregam a Cristo por “eritheias”, ou seja, por “ambição egoísta” (NVI), “discórdia” (ARA) ou por “interesse pessoal” (NTLH). Para nos prevenir desse tipo de pecado, a Bíblia recomenda que a gente faça a obra de Deus sem interesse pessoal (gr. “eritheian”) e sem vaidade (Fp 2.3).
As pessoas que vivem na prática dos pecados de ambições egoístas serão julgadas por Deus e serão alvos da indignação e da ira do Senhor (Rm 2.8), de modo que não herdarão o Reino de Deus (Gl 5.20-21). Isso é muito sério!
Outra obra da carne muito semelhante a “eritheiai” e que também aparece em Gl 5.20 é expressa pela palavra grega “eris”, a qual é traduzida por “porfias” (ARC e ARA), “brigas” (NTLH), “discórdia” (NVI e BV) ou “rivalidades” (AS21). No grego, “eris” significa contenda, desavença, disputa e discussão. É um conflito verbal ou de outra natureza, que expressa diferenças de opinião com certa dose de antagonismo, rivalidade e hostilidade. Enquanto “eritheia” é um pecado mais oculto no interior do indivíduo e mais relacionado a um sentimento de ambição egoísta, “eris” é um pecado mais visível e que se manifesta por meio de contendas de palavras e das mais diferentes formas de brigas e de hostilidades entre as pessoas.
O vocábulo “eris” ocorre quatro vezes no Novo Testamento Grego (1 Co 3.3; 2 Co 12.20; Gl 5.20 e 1 Tm 6.4), mas os seus correlatos “erin” (Fp 1.15), “eridos” (Rm 1.29), “eridi” (Rm 13.13), “erides” (1 Co 1.11) e “ereis” (Tt 3.9), ocorrem uma vez cada um.
A porfia ou contenda de palavras é uma obra da carne (Gl 5.20) característica dos incrédulos (Rm 1.29), dos crentes carnais (1 Co 3.3), dos pregadores invejosos (Fp 1.15) e dos falsos mestres (1 Tm 6.4), e que deve ser evitada por todos os crentes (Rm 13.13) e pelos obreiros do Senhor (Tt 3.9). Apóstolo Paulo foi informado pelos da família de Cloe que havia discórdias (gr. “erides”) entre os crentes de Corinto (1 Co 1.11 – AS21). Ao escrever sua segunda epístola aos Coríntios, Paulo ainda temia encontrar crentes cometendo esse tipo de pecado dentro da igreja (2 Co 12.20). Que Deus nos livre de sermos arengueiros, altercadores e porfiadores, pois quem vive em contendas de palavras também não herdará o reino de Deus (Gl 5.20-21).

Ev. Fábio Henrique

PORQUE DEVEMOS PERDOAR

A palavra misericórdia, à luz da Bíblia, fala da bondade, amor e graça de Deus para com o ser humano, manifesto no perdão, na proteção, no auxilio, no atendimento e súplicas. Essa disposição de Deus se manifesta desde a criação e acompanhará seu povo até o final dos tempos.
A Bíblia nos diz que certa ocasião o Senhor Jesus estava ensinando sobre o bom relacionamento entre os irmãos no que se refere ao perdão; e o apóstolo Pedro, homem de caráter impulsivo, indagou-lhe quantas vezes deveria perdoar a seu irmão, se sete vezes.
Dizem os estudiosos que tinham razões para mencionar sete vezes, a luz dos ensinamentos rabínicos. A doutrina dos rabis daquele tempo ensinava que uma pessoa devia perdoar no máximo três vezes. Vejam o que diz: “Se um homem comete um erro uma vez, deve perdoá-lo; na segunda vez, deve perdoá-lo; e também na terceira vez; porém, não perdoar na quarta vez.
Esses rabis tinham uma interpretação errada de um texto do primeiro capítulo de Amós. Ali Deus fala da condenação das nações por três transgressões ou por quatro. Dessa expressão, os sábios e escribas judeus, concluíram que o perdão de Deus ia somente até três transgressões. E, sendo assim, o homem não poderia ser mais misericordioso do que Deus.
Pedro, conhecedor da misericórdia do Senhor, tomou o número sugerido pelos rabis, dobrou-o e acrescentou mais um, e perguntou sobre perdoar por sete vezes. Naturalmente, ele pensou que estava sendo muito generoso. Mas, Jesus lhe disse que deveria perdoar setenta vezes sete. O Senhor sabia que depois que perdoássemos alguém 490 vezes, teríamos adquirido o hábito de perdoar.
Estava mostrando a Pedro que, para Deus, não há limite de perdão – que Ele nos perdoará sempre que o buscarmos de coração.
Depois, Jesus contou uma história acerca de um certo servo que foi perdoado em uma grande dívida. Esse homem devia ao outro dez mil talentos. O talento de ouro ou prata era uma moeda romana de grande valor.
Mas esse servo não possuía bens, não tinha nada com que pagar a dívida. Assim sendo, ele e sua família seriam vendidos como escravos. Nós também pecamos contra Deus. E creio que é impossível calcularmos a imensidão e a hediondez de nosso pecado. Acho mesmo que Jesus estava tentando mostrar-nos que nossos pecados são mais ou menos como a terrível dívida desse homem – incalculáveis!
Mas, o senhor daquele servo era homem compassivo e cheio de misericórdia. Tinha amor no coração. O devedor não possuía recursos próprios, assim, como não os possui o pecador.
O credor da parábola moveu-se de compaixão. Soltou o devedor e perdoou-lhe toda a dívida – uma quantia fabulosa. É assim, também, que nosso grande e misericordioso Deus está disposto a fazer conosco e perdoar-nos.
Mas, depois que aquele servo foi perdoado, encontrou-se com outra pessoa que lhe devia uma quantia irrisória – cem denários. Esse não usou de misericórdia e sufocando-o exigia-lhe que pagasse a dívida imediatamente.
Mas, esse devedor também não tinha com que pagar, então o outro lançou-o na prisão.
Se nós já fomos perdoados em incalculável dívida de pecados, devemos ter uma constante atitude de perdão. Foi isso que Jesus quis ensinar ao contar essa história.
Felizmente, os amigos do homem que fora preso, tiveram compaixão dele, e procuraram o senhor daquele servo e lhe narraram o sucedido. O senhor ficou grandemente irado, e entregou seu servo aos torturadores, para que ele pagasse tudo que lhe devia. E, depois, Jesus acrescentou: “Assim também meu Pai celeste vos fará se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão” (Mt 18.35).
O perdão tem que partir do coração, senão não será perdão. Essa verdade é ensinada em todo o Novo Testamento. Cada pessoa tem que perdoar aos outros para que seja perdoada. Nós lemos na Bíblia o seguinte: “Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia”. Isso implica em que aqueles que não forem misericordiosos não receberão misericórdia. O homem que não consegue perdoar o seu próximo, não deve esperar que Deus o perdoe, pois, assim, o Senhor nos ensinou a orar dizendo: “perdoa-nos assim como nós perdoamos…” Que este ano novo seja o ano do perdão entre marido e mulher, pais e filhos, entre os irmãos, empregados e patrões, amigos e colegas de trabalho, enfim, entre aqueles que são alcançados com a misericórdia de Deus. Vivamos, portanto, a plenitude da bênção de Deus que enriquece e não acrescenta dores (Pv 10.22).

Pr. Francisco Vicente

DEUS TENHA MISERICÓRDIA DO BRASIL

O Brasil está mergulhado num lodaçal de pecados e necessita urgentemente ser limpo e, só Deus pode trazer bênçãos abundantes sobre esta nação.
Os pecados cometidos pelo povo brasileiro têm levado o país a um estado de pobreza, tanto material, como espiritual. Desde o seu descobrimento, temos visto e a própria historia é testemunha da idolatria que aqui foi implantada pelos europeus, a feitiçaria dos nativos e as práticas ocultistas semeadas pelos africanos, afora o misticismos trazidos pelas religiões orientais que aqui tem chegado, tudo isso foi semeado no coração do nosso povo, tornando-se uma cultura de maldição.
Algumas igrejas evangélicas aqui chegaram no século XVI e em maior escala no século XIX, mas não conseguiram debelar esses fardos de pecados do nosso povo, em face das perseguições que foram enormes, até mesmo por parte das autoridades de então.
As igrejas pentecostais chegaram no início do século passado e, logo se estenderam por todo território nacional, causando um impacto enorme na vida do nosso povo. As neopentecostais surgidas na segunda metade do século passado, têm desvirtuado a mensagem evangélica cristocêntrica, com práticas místicas que, de certa forma tem causado prejuízo a fé do nosso povo.
Há na verdade, um outro evangelho sendo pregado, conforme diz o apóstolo Paulo na sua epístola aos coríntios: “Porque, se alguém vem e vos prega outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, de boa mente o suportais!” (II Co 11.4).
Enfim, há tantas igrejas e religiões que o nosso povo está embriagado com esse vinho religioso; como se não bastasse os irreligiosos ou incréus que blasfemam de Deus. E blasfemam de tal sorte que, roubam o dinheiro da nação para seus vis propósitos, deixando, não só o mal exemplo para o povo, mas levando-o a miséria, a fome e a morte pela falta de emprego, alimentação, saúde e moradia condignas.
Deus está irado com esses pecados grosseiros, muitos deles cometidos em nome do Criador que é bendito eternamente.
Creio que Deus tem uma igreja aqui no Brasil que não se dobra a esses pecados que ferem os Seus propósitos para os homens em todo tempo em todo lugar. Mas, diante desse quadro, nem tudo está perdido, vamos clamar ao Senhor para que a Sua ira seja aplacada e Ele tenha misericórdia do Brasil.
A idolatria, a feitiçaria, o esoterismo, a corrupção e a imoralidade têm grassado a nossa nação, é verdade, porém, há um Deus no Céu que é grande em misericórdia e benignidade que, se clamarmos a Ele, certamente nos ouvirá do céu e terá misericórdia do nosso povo. Pois, assim nos diz a Sua palavra; “e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra”(II Cr 7.14).

Pr. Martim Alves da Silva

DEUS NÃO ESTÁ EM BUSCA DE RELIGIÃO NEM DE DOGMAS, MAS DE ADORADORES” …E SERÁS ABENÇOADO TU E TODA A TUA CASA… (PARTE II)

POR QUE ENTÃO MORRERAM SE ERAM TÃO EXPERIENTES?
Amados, experiência não significa autossuficiência ou autocontrole de toda situação: “Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor”(Jr;17-7).

CONFIE EM DEUS! SE ESTIVEREM TE REJEITANDO, SAIBA QUE DA MESMA FORMA QUE O REI DAVI PRECISOU PEDIR AJUDA NA CASA DAQUELE CASAL TÃO DISCRIMINADO PELA SOCIEDADE, DEUS TAMBÉM O FARÁ POR VOCÊ!
VEJA COMO DEUS TRABALHA: PODERIA SER QUALQUER PESSOA A PEDIR AJUDA AO CASAL, MÁS DEUS QUERIA NÃO SÓ EXALTA-LOS, MAS MUDAR A HISTÓRIA DE VIDA DAQUELA FAMÍLIA.
AGUARDE!!!

QUEM IRÁ TE PROCURAR CONSELHO, CERTAMENTE TE ABENÇOARÁ E TE EXALTARÁ! VOCÊ NÃO ESTA ESQUECIDO AOS OLHOS DE DEUS!!

CONTINUEMOS A LEITURA…
Davi entendendo que nenhum dos que o acompanhava estava em conformidade para levar a Arca; sua única opção, foi buscar guarida para a Arca na casa daquele casal “geteu”(cidadão de Gate, terra de Golias, inimigo do povo de Israel).

Obede Edom era o nome do “discriminado geteu” que abriu as portas do seu casebre para receber a Arca do Senhor. Mesmo após Davi lhe informar o que havia ocorrido com as pessoas que ousaram carregar a Arca, e que ela era a presença do Deus Shekinah para Davi e seu povo; ele não se negou em ajudar o rei, antes, aceitou cuidar da Arca, até que Davi voltasse com sua comitiva para leva-la a Jerusalém.

• OBEDE EDOM mesmo não professando a mesma fé de Davi, ele aceita cuidar com préstimos da Arca, colocando-a em um lugar de destaque, provando desta forma que ele e sua esposa não guardavam ressentimentos pela discriminação que sofriam.

O casal passou a reverenciar a Deus todos os dias, mesmo sabendo que o rei Davi viria buscar a Arca.
• Ao abrir as portas da sua casa, ele abre o seu coração para o perdão, e a presença de Deus se fez manifesta; e Deus abençoava a cada dia Obede Edom e sua esposa.

A presença de Deus na casa deste casal mudou a sua história, pois aquele que antes era discriminado passou a ser admirado, aquele que antes não tinha filhos, a madre de sua esposa foi aberta e ela passou a lhe dar filhos. Seus animais procriavam, sua plantação produzia com fartura…Deus mudou a vida daquele casal na área sentimental, material, espiritual, enfim ;houve uma grande revolução!

– REFLITA:
• Após tanta discriminação com sua família, você aceitaria receber em sua casa e ainda cuidar dos pertences de pessoas que se dizem serem seus inimigos?
• Para que a presença de Deus permaneça em nossas vidas, precisamos perdoar;“Esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp;3:13-14).

– VOCÊ QUER UMA MUDANÇA EM SUA VIDA?
• Perdoe
• Busque a Deus.
• Permita que a SHEKINAH, ou seja, a presença de Deus se manifesta em sua casa, em sua vida.
• Este casal não fez discriminação e, por conseguinte, fez do cuidar da Arca do Senhor, um elo para conhecer a Deus, ter intimidade com o Pai, sentir a presença do Deus todo poderoso.
• Como está sua intimidade com Deus? Você tem sentido a presença de Deus em sua vida?

“ DEUS NÃO ESTÁ EM BUSCA DE RELIGIÃO NEM DE DOGMAS, MAS DE ADORADORES QUE O ADOREM EM ESPÍRITO E EM VERDADE”

Você deixaria de orar como uma pessoa só porque ela não pertence ao seu meio religioso?
Você é daqueles que se afasta de alguém só porque a outra pessoa não tem as mesmas expectativas de vida que a sua?
Entenda que nem todo aquele que diz: Senhor, Senhor, entrarás no reino dos céus.

JUDAS ISCARIOTES, era discípulo de Cristo, andava com Jesus, porém preferiu que sua ambição o levasse a forca; já o ladrão que esteve em outra cruz ao lado da Cruz de Jesus, não hesitou em pedir a Jesus que se lembrasse dele quando fosse ao paraíso. Pela sua humildade em aceitar que Jesus era o filho de Deus, teve seus pecados imputados (O Evangelho de Lucas, 23;39-43).

DEUS FEZ UMA PROMESSA A ABRAÃO, TODAVIA, DEUS TAMBÉM FEZ UMA PROMESSA A AGAR.
ESTA CAMPANHA: ORAR EM PROL DOS FILHOS” NÃO VISA RELIGIOSIDADE, NEM DOGMAS, MAS ENTREGAR-SE A DEUS!
A PRESENÇA DE DEUS SE MANIFESTA A TODOS OS QUE O BUSCAM INDEPENDENTE DE DENOMINAÇÃO, DE RELIGIÃO.
SENDO ASSIM, CONVIDAMOS A VOCÊ PARA ORAR CONOSCO EM PROL DOS NOSSOS FILHOS.

Pr. Francisco Cícero Miranda

Pr. Francisco Cícero Miranda

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