LONGANIMIDADE

Conforme Galatas 5.22, a quarta virtude do fruto do Espírito é o termo grego makrothumia”, o qual é traduzido nas nossas bíblias por longanimidade (ARC, ARC) ou paciência (NVI, AS21, NTLH, BV). A palavra grega makrothumia” significa, principalmente, longanimidade, tolerância, clemência e lentidão em punir pecados. A palavra grega “makrothumia” ocorre 14 vezes no Novo Testamento Grego, enquanto “hupomone” ocorre 30 vezes, e é traduzida principalmente por perseverança, paciência, constância ou persistência. “hupomone” se refere ao temperamento que não sucumbe facilmente sob o sofrimento, enquanto “makrothumia” é o autodomínio ou tolerância que não retalia apressadamente o erro.

A paciência se refere a um estado de calma emocional diante de provações ou situações adversas, caracterizado pela ausência de reclamações ou irritação. A pessoa paciente não se rende às circunstâncias e nem se deixa abater diante das tribulações. É uma virtude que consiste em suportar infortúnios e sofrimentos prolongados, mas sem queixas e com resignação.

A longanimidade como fruto do Espírito (Gl 5.22) se refere à paciência ou tolerância para retardar ou subjugar a ira, como também uma perseverança em suportar injustiças de pessoas que nos irritam constantemente. A pessoa longânime possui autodomínio em situações de provocação, a ponto de não retaliar impetuosamente ou castigar prontamente. Ela suporta a grosseria e a insensibilidade dos outros. A paciência se opõe ao desânimo e à covardia, ao passo que a longanimidade é uma paciência especial concedida pelo Espírito Santo, para que o crente controle os sentimentos de ira e de vingança.

Mesmo sendo plenamente capaz de se vingar, a pessoa longânime se recusa a fazê-lo. Ao invés de ter “ânimo precipitado” diante das circunstâncias adversas, ela possui “ânimo longo” (Pv 14.29; 15.18; 16.32; Ec 7.8). Longanimidade significa literalmente isso: “ânimo longo” ou “tardio em irar-se”. A longanimidade é uma virtude do fruto do Espírito (Gl 5.22) que se contrapõe às seguintes obras da carne (Gl 5.20-21): ambições egoístas (gr. eritheiai), contendas de palavras (gr. eris), inimizades (gr. echthrai), iras ou acessos de raiva (gr. thumos) e homicídios (gr. phonos).

A Bíblia revela que “O SENHOR é tardio em irar-se e grande em misericórdia; perdoa a culpa e a transgressão…” (Nm 14.18a – AS21), e que Ele “…é misericordioso e compassivo, tardio em irar-se e grande em amor…” (Jl 2.13 – AS21). Leia também Ex 34.6; Ne 9.17; Sl 86.15; Jn 4.2; Na 1.3; Rm 2.4; 1 Tm 1.16; 1 Pe 3.9,20 e 2 Pe 3.15. Ao invés de nos retribuir segundo a sua justa indignação por causa dos nossos pecados, Deus tem tratado a nós com amor, longanimidade e paciência. O salmista afirmou que “misericordioso e piedoso é o SENHOR; longânimo e grande em benignidade. Não nos tratou segundo os nossos pecados, nem nos retribuiu segundo as nossas iniquidades” (Sl 103.8,10). Da mesma forma como Deus é longânimo conosco, nós também devemos tratar o próximo com longanimidade, tolerância e paciência. Isso ficou muito claro na parábola do credor incompassivo (Mt 18.33) e na oração do Pai Nosso (Mt 6.12).

Como ministro de Deus, Paulo recomendava a si mesmo como exemplo de longanimidade (2 Co 6.6). Ele orou pelos Colossenses para que eles fossem fortalecidos em perseverança e longanimidade (Cl 1.11), e depois lhes ordenou que eles se revestissem de um coração cheio de compaixão e de “…benignidade, humildade, mansidão, longanimidade, suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos outros…” (Cl 3.12-13a). Semelhantemente, apóstolo Paulo recomendou aos Efésios que eles deveriam andar dignamente conforme a vocação com que tinham sido chamados, “com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor” (Ef 4.2), sendo “uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo” (Ef 4.32).

Paulo recomendou que Timóteo fosse firme no ensino e na aplicação da doutrina na igreja de Éfeso, mas que fizesse isso “com toda a longanimidade e doutrina” (2 Tm 4.2), uma vez que o jovem pastor seguia o exemplo de longanimidade do apóstolo Paulo (2 Tm 3.10). O escritor aos Hebreus nos ensina que devemos imitar aqueles que, “pela fé e pela longanimidade, herdam as promessas” (Hb 6.12 – ARA).

Em sua linguagem prática e objetiva, o meio-irmão do Senhor nos aconselha: “Irmãos, tenham os profetas que falaram em nome do Senhor como exemplo de paciência (gr. “makrothumia”) diante do sofrimento. Como vocês sabem, nós consideramos felizes aqueles que mostraram perseverança (gr. “hupomeno”). Vocês ouviram falar sobre a paciência (gr. “hupomone”) de Jó e viram o fim que o Senhor lhe proporcionou. O Senhor é cheio de compaixão e misericórdia” (Tg 5.10-11 – NVI).

Ev. Fábio Henrique (Bacharel em Teologia, 1º Secretário da IEADEM e professor da EBD e do CETADEM).

.

VOCÊ CONHECE JESUS?

A Bíblia diz: “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”. Atos 4.12

Então? Jesus é a pessoa mais importante da história. Para Ele convergem todas as coisas no céu e na terra, no tempo e na eternidade. Dele, por meio Dele e para Ele são todas as coisas.
Ele é o criador e o sustentador da vida. Ele é o profeta e a mensagem; o sacerdote e o sacrifício; o rei supremo e ao mesmo tempo o servo que se humilhou até à morte e morte de cruz. Jesus é a dádiva do Pai à igreja desde a eternidade.
Ele foi prometido no Éden como aquele que esmagaria a cabeça da serpente. Ele foi prefigurado nos sacrifícios judaicos, proclamado pelos profetas e anunciado pelos anjos. Ele é o desejado de todas as nações.
Só há um caminho para Deus. Jesus é este novo e vivo caminho. Só existe uma porta do céu. Jesus é esta porta. Só há um mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem.
A Bíblia diz que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo. O homem jamais pode ser reconciliado com Deus por meio das suas obras, de penitências, ou cerimônias religiosas.
Somente por meio de Jesus podemos ter acesso ao Pai. Foi pela sua morte que o véu do templo se rasgou de alto a baixo. Foi pela sua morte que ele fez a paz.
É pela sua morte que temos vida e somos reconciliados com Deus.
A salvação não é um troféu que conquistamos pelo nosso esforço e mérito, é uma dádiva recebida gratuitamente. A base da nossa salvação é o que Cristo fez por nós na cruz. O fundamento da nossa redenção é a cruz de Cristo.
Não há possibilidade do homem receber a vida eterna, senão pela morte vicária, expiatória, e substitutiva de Cristo. Todo aquele que crê em Cristo, o eterno Filho de Deus, recebe de graça, pela fé, o dom da vida eterna.
Nenhuma religião do mundo, por mais conceituada ou antiga, jamais pode oferecer ao homem a vida eterna.
Fora do sacrifício de Cristo os homens tentam, em vão, alcançar a salvação pelos seus méritos. Tentam inutilmente construir uma torre que chegue aos céus.
Mas, o cristianismo não é um caminho construído da terra para o céu, do homem para Deus, mas de Deus para o homem, do céu para terra.
O mundo não está precisando de mais religião. Elas se multiplicam aos milhares e com elas os homens afastam-se ainda mais de Deus.
Há muitas religiões e muitos deuses. Na verdade o homem é um ser religioso. Ele tem necessidade de se prostrar diante de algum altar.
Mesmo aqueles que se dizem ateus adoram a si mesmos. Mas, esses caminhos todos levam o homem para longe do significado da vida. Há um vazio no coração do homem com o formato de Deus.
A eternidade foi colocada em seu coração e as coisas terrenas, temporais e contingentes não saciam a sua alma. Esse vazio existencial não pode ser preenchido com dinheiro, prazer, sucesso, nem mesmo com religião.
Somente Cristo pode dar razão à vida humana. Somente Cristo satisfaz. Fora dele a vida é sem graça e sem sentido.
Mas, entre todos os homens, em todos os lugares, em qualquer tempo, todo aquele que se volta para Deus e põe sua confiança em Jesus, encontra uma vida maiúscula, superlativa, e abundante.
Por isso afirmo: É necessário conhecer Jesus! Para concluir medite nesta história: Um homem morreu e quando chegou na “portaria” do céu foi recebido por um distinto cavalheiro que lhe perguntou “você conhece Jesus?”, ao que respondeu “eu não, nunca o vi”.
O cavalheiro então lhe disse “muito bem, então siga por aquela porta”. Minutos depois chega outro homem e o cavalheiro lhe faz a mesma pergunta “você conhece Jesus?”, ao que este respondeu “mas é claro, eu sei tudo sobre Ele, dei aula sobre Ele, sei o que quiser saber Dele”.
O cavalheiro então lhe disse “muito bem, então siga por aquela porta”. Minutos depois chega outro homem e o cavalheiro lhe faz a mesma pergunta “você conhece Jesus?”. Este homem, chorando, se ajoelhou e sussurrou “sim Senhor, eu Te conheço. Louvado seja o Teu nome.”
Muito simples não é? Mas o segredo está em você conhecer Jesus.

Pr. Francisco Vicente (1º Vice-Presidente da AD em Mossoró e diretor do Departamento de Missões)

HALLOWEEN – FESTA PARA OS MORTOS

“E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas, antes, condenai-as. Porque o que eles fazem em oculto, até dizê-lo é torpe. Mas todas essas coisas se manifestam, sendo condenadas pela luz, porque a luz tudo manifesta.” (Ef 5.11-13)

A origem do Halloween remonta às antigas tradições dos povos celtas, especialmente uma festa chamada de “festival de Samhain – o senhor da morte”. Neste festival os sacerdotes druidas construíam grandes fogueiras nas quais animais e seres humanos eram sacrificados.
Quando Roma conquistou esses povos reprimiu esse festival, mas não conseguiu extinguir a devoção do povo. Como a igreja romana também não foi capaz de fazer as pessoas abandonarem suas práticas pagãs, deu a elas um caráter religioso, e, assim, a celebração passou a homenagear “todos os santos” que haviam morrido. Na prática, a festa continuou homenageando os mortos.
Na Irlanda essa tradição permaneceu e as pessoas comemoram fazendo fogueiras e as crianças andam nas ruas exclamando o famoso “tricks or treats”, que significa “doces ou travessuras”. Foram os imigrantes irlandeses levaram essa tradição para os Estados Unidos. Hoje em dia, esse feriado é tão famoso na América que só perde para o Natal em questão de entretenimento.
No Brasil, o halloween, que também é chamado de “dia das bruxas”, se infiltrou nas comemorações, ditas culturais, e, hoje, pode ser visto nas escolas, clubes e shoppings, conquistando muitos adeptos principalmente entre os jovens que se reúnem promovendo festas à fantasia com motivos de “horror”.
A festa das bruxas não é uma festa cristã, não tem nada a ver com a cultura ou folclore brasileiro, e mesmo que tivesse, é uma festa dedicada à magia, à bruxaria e às crendices, não cabendo na vida de um cristão lavado e remido pelo Sangue do Cordeiro de Deus.
Quando muita gente pratica algo, não significa que aquilo que está sendo praticado seja certo. O fato de alguns crentes, e, para nosso ‘espanto’, algumas igrejas aderirem às práticas do mundo, não faz com que o erro se torne em acerto, nem que a escuridão se torne luz.
Não devemos “ignorar” e muito menos “apoiar” o que o diabo lança no mundo, travestido de cultura, uma festa como essa, pois se assim procedermos nunca teremos vitória em Cristo Jesus.
É meu dever como pastor da igreja trazer este assunto à tona, alertar aos irmãos de onde e como surgiu esta comemoração. Não se deixem seduzir meus queridos irmãos, não vistam seus filhos com fantasias de bruxas, por mais inocente que possa parecer – a meu ver não parece – para pedirem ou distribuírem doces.
Ensinemos às nossas crianças a fazerem a diferença entre o santo e o profano, entre o que agrada a Deus e o que não agrada, só assim, com o conhecimento da Palavra de Deus, elas não se sentirão alienadas e deslocadas no seu ambiente escolar.
Estejamos alertas, vigiando sempre porque o inimigo das nossas almas anda em nosso derredor, como um leão, buscando a quem possa tragar.
Muita gente (e até crentes) consideram o Halloween como uma festa inofensiva para os seus filhos, que lhes permite “fantasia e diversão”. Eu pergunto: Vestir-se como fantasmas, demônios e bruxas é uma atitude cristã? Se estamos empenhados em servir a Cristo, devemos nos separar das coisas do mundo.
Um olhar honesto revelará que nada nesta festa glorifica o nome de Deus. Pelo contrário, é uma festa que aponta para o satanismo, para o medo e para a gula.
Como cristãos que somos devemos celebrar o nosso culto racional de louvor e adoração ao nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Festejemos a vida com gratidão pela salvação que nos foi dada. Devemos tomar cuidado com a invasão de costumes, práticas e ritos que possam nos levar a festejar divindades míticas ou entidades pagãs.
Que comunhão tem a luz com as trevas? Que harmonia há entre Cristo e Belial?
Celebremos a vida, pois Jesus Cristo veio a este mundo para nos dar VIDA ABUNDANTE.

“Para que todos sejam um”

Pr. Martim Alves da Silva (Presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Estado do Rio Grande do Norte (IEADERN) e da Convenção Estadual de Ministros da Assembleia de Deus no Estado do Rio Grande do Norte (CEMADERN).

EXEMPLOS DE FÉ E PERSISTÊNCIA QUE NOS LEVAM A REFLETIR

Este artigo é só para aqueles que se queixam das dificuldades!   Exemplos de missionários referenciais para os obreiros atuais.

 

JOÃO BUNYAN (1628-1688) – Passou mais de 12 anos encarcerado. Na prisão passou mais da quinta parte da sua vida na idade de maior energia. Nunca esmoreceu e ali na prisão escreveu o livro de maior circulação depois da Bíblia, “O peregrino”.

JOÃO WESLEY (1703-1791) – Nas suas viagens andava a cavalo, como a pé, ora em dias ensolarado, ora sob chuvas, ora em temporais de neve. Durante seus 54 anos do seu ministério, andou em média mais de 7 mil quilômetros por ano. Leu mais de 1.200 tomos, quando andava a cavalo. Ao falecer, deixou no mundo “duas colheres, uma chaleira de prata, um casaco velho” e dezenas de milhares de almas salvas em épocas de grande decadência espiritual.

JORGE WHITEFIELD (1714-1770) – Pregava nos campos porque as igrejas fecharam-lhe as portas. Foi agredido a pauladas. Atiraram-lhe pedras enquanto pregava que pensou que havia chegado a sua hora e mesmo todo ensanguentado não desistia de continuar a obra. Levava em seu corpo as marcas de Jesus. Passava noites inteiras lendo a Bíblia que tanto amava. Durante um período de 28 dias fez a incrível façanha de pregar a 10 mil pessoas diariamente, apesar de fraco de físico e de sofrer dos pulmões.

DAVID BRAINERD (1718-1747) – Declarou: “Adeus amigos e confortos terrestres, mesmo o mais anelados de todos. Se o Senhor quiser, gastarei a minha vida, até os últimos momentos em cavernas e covas da terra, se isso servir para o progresso do Reino de Deus”. Depois de 5 anos de viagens evangelizando os índios americanos, de aflições inumeráveis e de sofrer dores incessantes no corpo, David Brainerd, tuberculoso e com as forças físicas inteiramente esgotadas findou sua carreira aos 29 anos de idade, contudo apesar de tudo isso fez muito mais que a maioria dos homens faz em setenta anos.

WILLIAN CAREY (1761-1834) – Durante o período de quarenta e um anos que passou na Índia nunca visitou a Inglaterra. Aprendeu mais de 30 dialetos na Índia, dirigia a tradução da Bíblia. Escreveu várias gramáticas indianas, compilou dicionários dos idiomas bengali. Sua esposa não tinha interesse nos esforços do marido e enlouqueceu. Muitas vezes faltava aos seus, dinheiro e alimento. Para sustentar a família, o missionário tornou-se lavrador de terra e empregou-se em uma fábrica de anil.

HENRIQUE MARTYN (1781-1812) – Para alcançar o alvo de dar as Escrituras aos povos da Índia e da Pérsia, Martyn aplicou-se à obra de tradução dia e noite, até mesmo quando descansava e quando em viagem. Não diminuía a sua marcha quando o termômetro registrava o intenso calor de 70º, nem quando sofria da febre intermitente, nem com o avanço da peste branca que ardia em seu peito. Faleceu com 31 anos de idade e gastou-se por amor a Cristo e as almas perdidas.

ADONIRAM JUDSON (1788-1850) – Magro e enfraquecido pelos sofrimentos e privações, foi conduzido entre os mais endurecidos criminosos, com gado, a chicotadas e sobre a areia ardente, para a prisão. A tradução da Bíblia no idioma da Birmânia foi conservada debaixo de seu travesseiro durante quase dois anos na prisão. Esteve preso em Ava capital da Birmânia, encerrado em um edifício sem janelas, escuro e quente, abafado e imundo em extremo. Passava o dia com os pés e mãos no tronco. As cinco cadeias de ferro pesavam tanto que levou as marcas das algemas no corpo até a morte.

DAVID LIVINGSTONE (1813-1873) – Sozinho com os seus fiéis macololos, caiu trinta e uma vezes de febre nos matagais, durante um período de sete meses. Separou-se de sua família que lhe causou profunda tristeza e dor para socorrer as infelizes tribos do interior da África. Depois de 17 anos direto na África pôde voltar à Inglaterra para rever sua amada família. Na sua última viagem sofria dores atrozes no corpo e teve que ser carregado pelos seus companheiros. Morreu orando no interior de uma humilde cabana de palha depois de trinta anos na África.

“E o que mais direi? Faltar-me-ia o tempo contando João Paton que trabalhou com os antropófagos, Hudson Taylor no interior da China, Pastor Hsi amado líder chinês, Carlos T. Studd o milionário que foi para a África, os cinco mártires da Novas Tribos, John Willians que foi morto e comido pelos antropófagos, Daniel Berg e Gunnar Vingren, homens que deixaram tudo para levarem a Cristo a este mundo indigno.
Algo está mudado em nosso dias, onde estão àqueles que realmente querem levar a glória de Deus ao mundo carente do Evangelho? E até que ponto realmente consagrariam suas vidas?
Onde está a deficiência? Nas igrejas, nas agências ou nos missionários?
Ponto para reflexão e oração. A Deus toda glória!

Pr. Francisco Cícero Miranda (Presidente da Assembleia de Deus em Mossoró e Região)

Inversão de valores. De quem é a culpa?

Acreditamos que essa inversão de valores é fruto da capacidade que o ser humano tem de influenciar e também ser influenciado.

“E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.”(Romanos 12:2)

Ouço muitas pessoas indignadas com a evolução da natureza humana, a cerca da inversão de valores. A culpa na maioria das vezes recai sobre a globalização e o processo evolutivo da tecnologia. Há aqueles que atribuem ao rádio, a tv, a internet e muitas vezes a universidade a responsabilidade por essa perda de valores. É triste saber que vivemos em uma sociedade, onde as pessoas não sabem exatamente o que é certo e o que é errado.
Então, de quem é a culpa? Acreditamos que essa inversão de valores é fruto da capacidade que o ser humano tem de influenciar e também ser influenciado. Sendo assim, podemos dizer que na mesma fonte está o veneno e também o antidoto.
No Capitulo 3 do livro de gênesis, não encontramos tv, internet, rádio e muito menos universidade. Mas percebe-se no início da criação a dificuldade do ser humano em fazer distinção do certo e do errado. Ao ler esse capítulo podemos perceber claramente, ambição, desobediência, mentira, sede de poder etc. Tudo isso graças a fragilidade do ser humano em se deixar influenciar. Naquela época a serpente influenciou Eva e Eva automaticamente influenciou Adão. De quem é a culpa Adão? De Eva. De quem é a culpa Eva? Da serpente. De quem é a culpa serpente?
Eva e Adão tinham opção, deixar-se influenciar pelas orientações de Deus, ou deixar-se influenciar pelas orientações da serpente. Adão, Eva e a serpente habitavam no mesmo lugar.
A serpente ainda se faz presente na nossa atualidade, cumprindo simplesmente o seu papel. Manipulando a humanidade. Cabe a nós preservarmos os nossos valores e passarmos adiante. A bíblia nos orienta: “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.” (Provérbios 22:6)
Como fazer isso? Difícil. Nós pais já não nos encontramos mais em casa para educarmos os nossos filhos, não temos tempo para passar para eles os nossos valores, aqueles que aprendemos. Sim, estamos ocupados demais trabalhando para conquistar uma vida melhor para a família. Espera? Não entendi. A estrutura financeira do lar é mais importante que a estrutura emocional e afetiva? Esses são os valores que nós pais temos? Então, não podemos reclamar dos nossos filhos quando estão sendo educados pela tv, net, rádio, escolas, universidades, colegas, ou seja pela serpente. Tem certeza que a culpa é mesmo da tecnologia? A tecnologia e nós habitamos no mesmo lugar, é correto culpá-la de exercer o seu papel? Esse tipo de atitude parece desculpa para não assumirmos a nossa responsabilidade no quesito negligência.
Não é tv ou internet que devem sair da nossa casa, nós é que devemos voltar para lá e cumprir o nosso papel de pais. Nós somos influenciadores, temos a obrigação de influenciar e preparar os nossos filhos para o mundo, para que em momento posterior não venham inverter valores.
A inversão de valores acontece dia a dia dentro do nosso lar, quando sem perceber, deixamos de olhar para os nossos, para observarmos as falhas e o desvio dos outros. Nossos filhos precisam ser ensinados diariamente o que é certo e o que é errado. Protegê-los do erro, não fará com que se tornem seres humanos melhores, apenas indiferentes à necessidade do outro.
Assim como Adão e Eva, ainda habitamos no mesmo mundo que a serpente, o que não podemos permitir é ser influenciados por ela. Está em nós o poder de influenciar e também de sermos influenciados. Você decide.

“Não procure ser um homem com êxito, e sim um homem com valores.”(Albert Einstein)

FONTE: portalfiel.com.br

6 passos para o novo nascimento

Nascer de novo é uma opção dada por Cristo, àqueles que querem recomeçar de maneira diferente

Nós seres humanos temos nossas próprias convicções, fundamentadas naquilo que vivenciamos e aprendemos no decorrer da nossa vida.

Quando temos uma opinião formada acerca de qualquer assunto, fica completamente difícil convencer-nos do contrário. O que fazer? Jesus nos orienta a nascer de novo. Porque nascer de novo? Nascer de novo é uma opção dada por Cristo, àqueles que querem recomeçar de maneira diferente. É o que podemos chamar de “segunda chance.” É abrir-se para uma nova visão, é estar disponível para conhecer e vivenciar tudo aquilo que Deus tem para nós. Conheça os 6 passos para o processo do novo nascimento.

1. Útero – Lugar de preparação: É o lugar onde sentimo-nos confortáveis e seguros, mas ao mesmo tempo estagnados. Por um dado momento sentimo-nos confortáveis, mas vamos crescendo e logo o espaço diminui. É um lugar temporário, lugar de preparação. E lá somos confrontados a tomarmos uma decisão: Ficamos ou saímos para viver um novo tempo. Não é uma decisão nada fácil, visto saber que enfrentaremos o desconhecido. E o desconhecido vem sempre acompanhado do MEDO.

2. Cordão umbilical – Romper com o passado: Quando optamos por dar-nos uma chance de viver o novo, precisamos cortar o cordão umbilical. O cordão umbilical é o elo entre o nosso passado e futuro. Saímos do conforto, mas temos um longo caminho à nossa frente e agora há em nós um misto sentimento de medo e esperança. É nos dada à oportunidade de construir uma nova história, para isso o elo precisa ser quebrado. Manter o cordão umbilical é viver o presente, focados no passado. Não haverá futuro, enquanto o nosso foco estiver no passado. Não importa quais situações foram vivenciadas, boas ou ruins elas já não existem mais e ainda que quiséssemos revivê-las, seria impossível. Passado é algo que existe apenas na nossa mente, quando olhamos para ele temos lembranças, quando olhamos para o futuro, esperança. É hora de cortar o cordão umbilical, romper com o passado e construir o nosso futuro.

3. Nascer de novo – Nova chance: Agora chegamos ao momento mais importante, o pós-cordão umbilical e já que aceitamos viver o novo, precisamos fazer isso da maneira correta. É o momento de nos colocarmos na condição de aprendizes. Se anteriormente seguimos caminhos os quais geraram arrependimento, e que não nos levaram a lugar algum, precisamos ficar atentos, para que de maneira imperceptível, não venhamos repetir velhos padrões que consequentemente nos fará chegar aos mesmos lugares.

4. Colo – Dependência total: Ao nascer de novo, nascemos bebê e todo bebê precisa de um adulto que lhe dê os devidos cuidados especiais. Essa é a fase mais difícil do novo nascimento, aprender a depender das outras pessoas. Se em momento anterior fomos soberbos, arrogantes e insuficientes, começamos a nossa nova vida descobrindo que durante toda a nossa trajetória de vida, precisaremos uns dos outros. A dependência ensina-nos a ser humildes. Quando aprendemos a ser humildes, a nossa visão muda, percebemos que nem todas as portas estavam trancadas, mas que simplesmente só enxergávamos as inacessíveis. Existiram portas abertas, pelas quais o nosso orgulho não permitiu que passássemos. Nascer de novo é começar de novo, se permitir depender de outras pessoas para nos ajudarem a passar pelas portas.Lembre-se: Ninguém nasce grande; o crescimento é um processo gradativo e natural do ser humano.

5. Alimentação – Crescer ou morrer: Um bebê recém-nascido necessita de leite, se porventura se alimentar de algo mais forte, pode vir a óbito, seu estômago não está pronto para ingerir qualquer coisa. Um adulto precisa de uma alimentação balanceada e forte. Se um adulto se alimentar somente de leite, também pode vir a óbito, o leite poderá causar-lhe uma desnutrição. A alimentação faz parte do processo gradativo de crescimento do ser humano, sendo assim, vá com calma, coloque os pés no chão; sonhar faz bem, mas sonho é um alimento que não sustenta adulto. O que mantém o adulto é um alimento chamado realidade. O sonho é a sobremesa, ou seja, o complemento da refeição é a parte mais gostosa, no entanto, não dá para sobreviver só com a sobremesa, o nome já diz tudo SOBREmesa.

6. Caminhar – Independência progressiva: Eprogressivamente vamos crescendo e aprendendo a ficar cada vez mais independentes. E como aprendemos? Observando, seguindo orientações dos mais experientes e exercitando. Imagine o processo de um bebê aprendendo a sentar, engatinhar, falar e caminhar. Será que um bebê consegue tudo isso sozinho? Claro que não. E podemos afirmar que não é um processo fácil, visto entender que muitas são as quedas. E sabe o que é mais difícil?Levantar e tentar novamente. Sabe qual é a vantagem de ser bebê? Tem sempre alguém do lado dizendo: Vá, levanta, você consegue. De outra forma, talvez nunca mais tentasse. Quando crescemos, não temos tanto privilégio, ao cairmos precisamos compreender que nem sempre encontraremos alguém para nos incentivar a prosseguir. E por conta disso, precisamos lembrar que não somos mais crianças e não podemos nos comportar como tal.

Nascer de novo dá-nos a oportunidade de aprender a crescer e a compreender todas as fases da nossa vida. É uma oportunidade dada a nós por Deus para recomeçarmos de maneira diferente e segura.

FONTE: portalfiel.com.br

Página 32 de 43« Primeira...1020...3031323334...40...Última »

IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM MOSSORÓ – IEADEM

Av. Dix-Neuf Rosado, 155, Centro – Mossoró-RN
CEP 59.610-280 | Fone: (84) 3321-5721
E-mail: contato@admossoro.com.br


© 2018 - Assembleia de Deus em Mossoró. Todos os Direitos Reservados