BLASFÊMIA

Nos tempos difíceis nos quais vivemos, a blasfêmia é outra característica presente na vida de muitas pessoas (2 Tm 3.2). Neste versículo, o adjetivo grego “blasfemos” se refere a característica da pessoa blasfema, difamadora, escarnecedora, injuriosa e que fala mal de Deus, dos outros e das coisas. A sua forma verbal (“blasfhemeo”) se refere a prática de blasfemar, falar de modo repreensível, injuriar, insultar e caluniar algo ou alguém. Como substantivo, “blasphemia” significa difamação, calúnia e discurso injurioso contra o bom nome de alguém ou contra a majestade divina.

A blasfêmia se refere ao pecado de proferir palavras ofensivas e ultrajantes contra pessoas, mas principalmente contra a reputação de Deus e das coisas sagradas. Essa afronta verbal é caluniosa e injuriosa, se constituindo em um vitupério e infâmia contra Deus, o qual é santo e digno. Da língua do blasfemador, saem palavras insolentes e desrespeitosas contra a Divindade. Ele não tem o mínimo de respeito pelas coisas sagradas.

A Bíblia está cheia de advertências contra o pecado de blasfêmia. Já no segundo livro da Bíblia, Deus adverte: “Não blasfemem contra Deus nem amaldiçoem uma autoridade do seu povo” (Ex 22.28 – NVI). No capítulo 24 do livro de Levítico, constatamos que o próprio Deus instituíra a pena de morte por apedrejamento contra a pessoa que blasfemasse e amaldiçoasse o nome do Senhor (Lv 24.11,13-16,23).

Embora seja mais comum a prática da blasfêmia por meio da enunciação de palavras ofensivas, porém existe a possibilidade de a pessoa blasfemar contra Deus no seu coração, sem pronunciar palavras (Jó 1.5). De acordo com o salmista, a blasfêmia é coisa de ímpio, pois ele “…se gaba de sua própria cobiça e, em sua ganância, amaldiçoa e insulta o Senhor” (Sl 10.3 – NVI). Para o salmista Asafe, o blasfemador é um adversário e inimigo de Deus que tem ultrajado a Deus (Sl 74.10), e blasfemar o nome do Senhor é coisa de povo insensato, que não tem juízo (Sl 74.18). Infelizmente Israel cometeu esta insensatez da blasfêmia, a ponto do profeta Isaías declarar: “ai desta nação pecaminosa, povo carregado de iniquidade, raça de malignos, filhos corruptores; abandonaram o SENHOR, blasfemaram do Santo de Israel, voltaram para trás” (Is 1.4 – ARA).

A blasfêmia é um pecado que muitas vezes é cometido até por religiosos, a exemplo dos fariseus que chegaram até a cometerem o pecado imperdoável de blasfêmia contra o Espírito Santo (Mt 12.22-32). Para Jesus, o pecado de blasfêmia não consiste simplesmente em pronunciar um impropério contra a divindade e as coisas sagradas, de uma forma isolada, pontual e irrefletida. Na verdade, como a boca fala do que o coração está cheio, toda blasfêmia que sai pela boca primeiramente ela é concebida e gestada no coração (Mt 15.19).

Quem pensa que o pecado de blasfêmia só pode ser cometido por pessoas não religiosas, está enganado. À igreja de Esmirna, Jesus disse que conhecia “…a blasfêmia dos que se dizem judeus e não o são, mas são a sinagoga de Satanás” (Ap 2.9). O próprio apóstolo Paulo, antes de se converter a Cristo, era um judeu religioso que perseguiu muitos cristãos. Ele mesmo declarou: “muitas vezes ia de uma sinagoga para outra a fim de castigá-los, e tentava forçá-los a blasfemar…” (At 26.11 – NVI). Embora a blasfêmia seja um pecado grave, cremos que o sangue de Jesus nos purifica de todo pecado (1 Jo 1.7). Foi o que aconteceu com apóstolo Paulo, que vivera um passado de blasfêmias e de outros pecados, conforme ele mesmo confessou a Timóteo: “a mim que anteriormente fui blasfemo, perseguidor e insolente; mas alcancei misericórdia, porque o fiz por ignorância e na minha incredulidade” (1 Tm 1.13 – NVI).

Durante o período da grande tribulação aqui na terra não somente o anticristo será blasfemo (Ap 13.5,6), mas também os homens ímpios que serão flagelados por meio do derramamento da quarta, quinta e sétima taças da ira de Deus. De acordo com o Apocalipse, eles não se arrependerão das suas obras e não darão glória a Deu, mas blasfemarão o nome do Deus do céu (Ap 16.9,11,21). Embora o auge desse movimento de massa blasfemo será experimentado na grande tribulação, todavia nos tempos difíceis desses últimos dias já vemos um crescimento do pecado de blasfêmia entre os ímpios (2 Tm 3.2).

Para concluir, é oportuno mencionar que enquanto Paulo foi blasfemo apenas antes de ser cristão, os crentes Himeneu e Alexandre naufragaram na fé por causa do pecado de blasfêmia (1 Tm 1.19-20). Isso serve de aviso para todos nós. Visto que a blasfêmia não é coisa de cristão, Paulo recomendou à igreja de Éfeso que “toda amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmias, e toda malícia seja tirada de entre vós” (Ef 4.31).

Ev. Fábio Henrique (Bacharel em Teologia, 1º Secretário da IEADEM e professor da EBD e do CETADEM)

O PRIMOGÊNITO DA CRIAÇÃO

“o qual é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação” (Cl. 1.15).
Quando a nave Apolo 11 pousou o solo lunar, o astronauta Neil Amstrong declarou: “um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade”. Os jornalistas afirmaram que aquele teria sido o dia do maior evento de todos os tempos. Em tempo, Billy Graham, o famoso evangelista americano, corrigiu: “o maior dia não foi o que o homem colocou seus pés na lua, mas o dia em que Deus pôs seus pés na terra”. Ele se referiu ao nascimento de Cristo, que aconteceu em Belém da Judéia. Essa, na verdade, é a melhor notícia de todos os tempos, por isso a ela nos referimos como evangelho.
Em sua narrativa evangélica, João declara que no princípio era o Verbo, o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus (Jo. 1.1). E acrescenta que o Verbo se fez carne, e habitou entre os homens, cheio de graça e de verdade (Jo. 1.14). Paulo confirma a grandeza desse evento ao assumir que Jesus, mesmo sendo Deus, esvaziou-se da Sua glória, assumindo a condição de servo (Fp. 2.8,9). A mensagem evangélica, de acordo com o autor da Epístola aos Hebreus, é a de que Jesus é Deus, a plenitude da revelação divina (Hb. 1.1-3). Ele foi, nas palavras de João, Deus em forma humana (I Jo. 4.2).
Ao longo da história, várias teorias surgiram a fim de negar a divindade de Jesus. Ainda no primeiro século, no período apostólico, os Gnósticos negavam a encarnação do Verbo. Eles argumentavam que a matéria era má, por isso Deus não poderia ter se tornado carne. Para eles Jesus não passava de um ser espiritual, que havia decidido aparentar ser humano. Nos dias atuais existem aqueles que adotam a mesma posição, argumentando que Jesus estava no céu, e que era apenas o Arcanjo Miguel. De acordo com esse ponto de vista Jesus seria uma espécie de demiurgo, não se comparando ao Deus Todo-Poderoso.
Os adeptos dessa doutrina costumam citar Cl. 1.15 a fim de justifica essa crença, dizendo que Jesus não passou da imagem do Deus Invisível, o primogênito de toda a criação. A esse respeito, defendem que Cristo teria sido criado, sendo apena o “primogênito”, o primeiro a ser criado. A fim de refutar biblicamente esse ensinamento, é preciso inicialmente destacar que a palavra primogênito – protótokos em grego – tem vários significados. Para exemplificar, atentemos para Sl. 89.27, no qual Davi, que não era o primogênito, por causa da sua proeminência familiar, recebeu a promessa de que assim seria considerado.
Quando o povo de Deus se encontrava debaixo do jugo do Egito, o Senhor diz a Moisés que este deveria declarar ao Faraó que “Israel era meu primogênito”, ainda que esse não tivesse sido seu primeiro filho (Ex. 4.22). Após considerar essas passagens, temos motivos suficientes para defender que primogênito nem sempre pode ser interpretado como “o filho mais velho”. Na declaração de Paulo, em Cl. 3.15, o Apóstolo afirma que Jesus É a imagem do Deus invisível, e não que Ele se TORNOU a imagem do Deus invisível. Jesus é, de fato, a impressão exata da natureza divina.
O contexto auxilia a interpretação desse versículo, ao justificar que “nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele” (Cl. 3.16). A afirmação de Paulo seria exagerada se Cristo fosse apenas um arcanjo que se encarnou, considerando que Jesus é apresentado como o Criador de todas as coisas. João reforça essa doutrina, revelando que “todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez” (Jo. 1.3). É digno de destaque que o texto não afirma que Jesus foi feito, mas que Ele fez todas as coisas.
Essa é uma afirmação bíblica, assumida pelo próprio Jesus, e por causa dela foi perseguido pelos religiosos da época (Jo. 8.58, 59; 10.30). Os discípulos do primeiro século trataram Jesus como Deus, e não como mero homem, ou mesmo como um arcanjo encarnado. Aconteceu justamente o contrário, pois Tomé O adorou como Senhor e Deus, sem ser por Ele repreendido (20.28). Consoante ao exposto, compreendemos que Jesus, enquanto Deus-homem, ocupa posição de proeminência – protótokos – sobre toda a criação. E isso nos leva à adorá-Lo, assim como fez Paulo: “Porque dEle, por Ele , e para Ele são todas as coisas, glória, pois, a Ele, eternamente e amém” (Rm. 11.36).

Ev. José Roberto A. Barbosa (2º Secretário da Assembleia de Deus em Mossoró-RN e professor da EBD)

TEMPO DE FAZER MISSÕES

“Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: levantai os vossos olhos e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa” (João 4.35).
Com base no texto acima, estamos trabalhando nestes dias o tema da nossa 14ª Conferência Missionária – Missões, este é o tempo.
Entendemos que o grande diferencial em tudo que se faz, especialmente em missões é a visão.
Conta-se que havia uma empresa de sapatos que mandou um vendedor de sapatos para um país na África e este vendedor voltou dizendo que não foi possível fazer o trabalho, por que lá ninguém usava sapatos.
Contudo, outro vendedor foi enviado e este, ao ver aquele povo descalço, exclamou: ‘todos aqui precisam de sapatos’ e vendeu como nunca ao ponto de criar uma grande empresa ali.
A diferença toda está na forma como olhamos as coisas, pessoas e situações. Jesus tinha um olhar missionário. Tudo Ele via com a ótica divina. Ele havia pregado para uma mulher na beira do poço. Ele viu o potencial missionário daquela samaritana.
Logo em seguida à declaração de Jesus para erguerem os olhos, aconteceu um avivamento em Samaria. Aquela mulher trouxera toda a cidade para ouvir de Jesus, então aconteceu uma enorme colheita, ou seja, um avivamento em Samaria.
Vejam só: Jesus pediu água a samaritana e após beber, seus discípulos chegaram oferecendo comida, mas não é o que queria. Certamente Jesus estava tão ocupado que não tinha tempo nem pra comer.
O que aprendemos aqui é que às vezes queremos que as pessoas queiram o que queremos na hora que queremos, mas o importante não é nem mesmo o que as pessoas querem vê, ouvir ou sentir e sim o que necessitam.
Jesus tinha o olhar fito nas necessidades profundas das pessoas e não em suas vontades.
Jesus compara sua missão como um alimento que satisfaz a vida. Verdadeiramente quem tem vontade de ganhar almas – e aqui entra a figura do missionário – vive a maior satisfação. Isto é a Paixão missionária, um amor tão grande cuja prioridade está acima do alimento.
A exemplo da samaritana, o bom seria que todos, ao conhecer Jesus, tivesse a experiência de levar alguém também a conhecê-lo. São estas reflexões que estaremos fazendo na nossa Conferência Missionária.
Portanto, todos são Bem-vindos à 14ª Conferência Missionária, e sem dúvida seremos mais despertados ainda, para esta tão grande obra, e juntos vamos fazer missão, pois este é o Tempo de Fazer missão.

Pr. Francisco Vicente (1º Vice-Presidente da AD em Mossoró e diretor do Departamento de Missões)

A TRICOTOMIA DO HOMEM

O homem é um ser tricótomo (1Ts 5.23; Hb 4.12). O termo tricotomia significa “aquilo que é dividido em três” ou “que se divide em três tomos”. Em relação ao homem, o termo tricotomia refere-se às três partes do seu ser: corpo, alma e espírito. Há divergência neste ponto entre alguns teólogos. Há aqueles que entendem o homem como apenas um ser dicótomo, ou seja, que se divide em duas partes: corpo e alma (ou espírito). Os defensores da dicotomia do homem unem alma e espírito como sendo uma e a mesma coisa. Entretanto, parece-nos mais aceitável o ponto de vista da tricotomia. Esse conceito da tricotomia crê que o homem é uma triunidade composta e inseparável. Só a morte física é capaz de separar as partes: o corpo de sua parte imaterial.

a) O corpo: É a parte inferior do homem que se constitui de elementos químicos da terra como oxigênio, carbono, hidrogênio, nitrogênio, cálcio, fósforo, potássio, enxofre, sódio, cloro, iodo, ferro, cobre, zinco e outros elementos em proporções menores. Porém, o corpo com todos esses elementos da terra, sem os elementos divinos, são de ínfimo valor. O corpo é apenas a parte tangível, visível e temporal do homem (Lv 4.11; 1Rs 21.27; Sl 38.4; Pv 4.22; Sl 119.120; Gn 2.24; 1Co 15.47-49; 2Co 4.7). O corpo é a parte que se separa na morte física.

b) A alma: É preciso saber que o corpo sem a alma é inerte. A alma precisa do corpo para expressar sua vida funcional e racional. Os vários sentidos da palavra alma na Bíblia, como sangue, coração, vida animal, pessoa física; devem ser interpretados segundo o contexto da escritura em que está contida a palavra “alma”. De modo geral, em relação ao homem, a alma é aquele princípio inteligente que anima o corpo e usa os órgãos e seus sentidos físicos como agentes na exploração das coisas materiais, para expressar-se e comunicar-se com o mundo exterior (Sl 107.5,9; Gn 35.18; 1Rs 17.21; Dt 12.23; Lv 17.14; Pv 14.10; Jó 16.13; Ap 2.23; Ecl 11.5; Sl 139.13-16).

c) O espírito: O espírito do homem não é simples sopro ou fôlego, é vida imortal (Ec 12.7; Lc 20.37; 1Co 15.53; Dn 12.2). O espírito é o princípio ativo de nossa vida espiritual, religiosa e imortal. É o elemento de comunicação entre Deus e o homem. Certo autor cristão escreveu que “corpo, alma e espírito não são outra coisa que a base real dos três elementos do homem: consciência do mundo externo, consciência própria e consciência de Deus”.

FONTE: cpadnews.com.br

NEEMIAS, UM LÍDER QUE MUDOU A HISTÓRIA DE UMA NAÇÃO

Neemias foi copeiro de Artaxerxes e governador de Jerusalém. Foi o reconstrutor da cidade de Davi, a cidade que passou mais de um século debaixo de escombros. Ele levantou os muros da cidade em apenas cinquenta e dois dias, apesar de escassez de recursos, do desânimo do povo e dos constantes ataques do inimigo. Qual foi o segredo desse grande líder?

NEEMIAS CONJUGAVA PIEDADE COM ESTRATÉGIA
Quando soube que a cidade de Jerusalém estava assolada por grande miséria e o seu povo vivendo debaixo de opróbrio, Neemias chorou, orou, jejuou, mas também se dispôs a agir e ao agir, fê-lo com refinada sabedoria. Ele falou com Deus e com o rei da Pérsia. Ele buscou os recursos do céu e os tesouros da terra. Precisamos de líderes piedosos e de líderes sábios, líderes íntegros e também de líderes relevantes. Homens que tenham intimidade com os céus e sabedoria para lidar com os intrincados problemas da terra.

NEEMIAS CONJUGAVA DISCRIÇÃO COM ENCORAJAMENTO
Quando Neemias chegou à devastada cidade de Jerusalém, nada disse ao povo até fazer uma meticulosa avaliação da situação. Somente depois, compartilhou seu plano e conclamou o povo para unir-se a ele na reconstrução da cidade. Antes de desafiar o povo para o trabalho, o líder precisa saber a dimensão da obra a ser feita. Antes de falar ao povo, o líder precisa ter uma estratégia clara em sua mente. Um líder sábio analisa os problemas discretamente antes de encorajar seus liderados publicamente. Quando o líder sabe o que precisa ser feito, e onde quer chegar e como chegar, seus liderados são encorajados a realizar a obra.

NEEMIAS CONJUGAVA INTEGRIDADE COM EXORTAÇÃO
Os governadores que precederam Neemias exploraram o povo. Eram líderes que se serviam das pessoas em vez de servi-las. Neemias interrompe essa cultura de corrupção e exorta os abastados a socorrer os necessitados. Ele exortou com autoridade, porque sua integridade era a base da sua liderança. Por temor a Deus, não usou seu posto de liderança para auferir vantagens pessoais, mas para servir ao povo com maior abnegação. A vida do líder é a vida da sua liderança. A integridade do líder é a base da sua autoridade para exortar seus liderados.

NEEMIAS CONJUGAVA ORAÇÃO COM TRABALHO
Neemias foi um homem de oração e de ação. Ele orava e agia. Ele confiava em Deus e trabalhava. Ele orou ao saber do problema de Jerusalém. Ele orou ao falar com o rei Artaxerxes. Ele orou diante dos ataques do inimigo. A oração era a atmosfera em que realizava sua obra. Ele entendia que a obra de Deus precisava ser feita na força de Deus, de acordo com a vontade de Deus e para a glória de Deus. Neemias acreditava que Deus é quem abre as portas, provê os recursos, desperta o povo, livra do inimigo e dá a vitória. A intensa agenda de oração de Neemias, entretanto, não fez dele um líder contemplativo, mas um homem dinâmico, um gestor competente, um estadista que reergueu sua cidade dos escombros.

NEEMIAS CONJUGAVA O ENSINO DA PALAVRA COM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
Neemias foi um líder fiel às Escrituras. Ele convocou o povo para voltar-se para a Lei de Deus e fez não apenas uma reforma estrutural e política em sua cidade, mas também uma reforma espiritual. Por outro lado, Neemias foi absolutamente estratégico nesse projeto. Ele colocou cada pessoa no lugar certo, para fazer a coisa certa, com a motivação certa. Ele motivou e mobilizou todas as pessoas: homens e mulheres, pobres e ricos, sacerdotes e comerciantes, agricultores e ourives. Ninguém ficou de fora. No seu planejamento havia trabalho para todos e foi a união de todos, trabalhando na mesma direção, com a mesma motivação, que redundou em vitória tão esplêndida. Que Deus levante entre nós líderes da estirpe de Neemias!

FONTE: hernandesdiaslopes.com.br

UM TESOURO CHAMADO CASAMENTO

Também o reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem achou e escondeu; e, pelo gozo dele, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo. Mateus 13.44.
O casamento é um tesouro que não tem um valor pré-estabelecido, porem, aqueles que tomam posse e investe o que o mesmo requer, passa a constitui-se em seu maior patrimônio. Porem, cada pessoa que encontra a pessoa certa para se casar, descobre que está diante de um tesouro jamais visto e avaliado pelo ser humano. Logo a primeira vista ficamos deslumbrados e apaixonados com os elementos que circundam e compõem o grande tesouro. A paixão pelo tesouro é o principal combustível que nos impulsiona para a conquista do grande achado. Paixão é um termo aplicado a um sentimento muito forte em relação a uma pessoa, objeto ou tema. Normalmente é uma emoção intensa convincente, um entusiasmo ou um desejo sobre qualquer coisa. O termo também é aplicado com frequência para determinar um vívido interesse ou admiração por um ideal, causa ou atividade. A paixão geralmente é o dínamo que faz gerar o amor no casamento.
Quando o primeiro homem Adão despertou para o casamento, seus olhos viram algo que ele jamais tinha comtemplado em toda natureza criada pelo próprio Deus até aquele dia. Ele apaixonou-se e amou logo a primeira vista. Certo escritor parafraseou as palavras de Genesis 2.23. “Agora sim! Esta é carne da minha carne e osso dos meus ossos. Ela será chamada de mulher porque Deus a tirou do homem.” – dizendo que quando o Senhor levou então a mulher a Adão, este expressou seus sentimentos de paixão e amor em palavras como estas: “Encontrei finalmente aquela que pode completar-me, que enche a minha solidão, que me será tão cara quanto a minha própria carne. Ela é linda! É perfeitamente adequada para mim. É tudo que preciso!”. E tomando posse daquele tesouro guardou só para si, investindo tudo o que tinha afim de que cada dia independente das situações que haveriam de surgir ele faria tudo para que o seu tesouro nunca caísse de cotação.
O matrimonio foi destinado a proporcionar-nos alegria, felicidade, e o desígnio de Deus nunca mudou. A partir do seu casamento, você foi designado por Deus para constituir uma família que deverá se transformar em seu maior patrimônio. Bens, diplomas e sucesso profissional perdem o significado para você sem a felicidade de vocês dois. Há muitos casamentos doentes e feridos. Há muitos casamentos precisando de cura e restauração. Deus ama a instituição do matrimonio, pois foi o próprio Deus que celebrou o primeiro casamento lá no jardim do Éden. Deus não abre mão do casamento e da família, pois esta é uma agência do seu Reino na terra. Josué, o grande líder que substituiu Moisés e introduziu o povo de Israel na terra da promessa, deu testemunho diante de toda a nação que ele e sua casa serviriam ao Senhor Josué 24.15.
O casamento é como um investimento na bolsa de valores em longo prazo, com altas e baixas pelo caminho. Mas é digno de honra se comprometer com uma pessoa para toda a vida, crescer juntos e interdependentes, construir o relacionamento com amor e dependência, envelhecer juntos e enfrentar o inverno da vida juntos. A nossa atitude quando encontramos a pessoa da nossa vida é semelhante à daquele senhor que encontrou o tesouro no campo. O fato de se vender tudo, torna-se uma medida de segurança para não ter para onde fugir na primeira luta, vendemos tudo pra nunca mais voltar atrás. O homem que comprou o campo com muita alegria, não teve medo ou pensou “e se não der certo, para onde irei?”, ele deixou tudo e foi ao encontro do reino dos céus, pois certamente receberia de Jesus todo o amparo, e suficiência.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício à felicidade, mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz! O matrimônio é para adultos, gente que sabe o que quer. É investimento certo. Achei um tesouro e a grande responsabilidade de conservá-lo sempre valorizado será investir sempre para torna-lo cada dia com maior valor. Invista em seu casamento. O marido da mulher virtuosa é conhecido quando se levanta em publico, Provérbios 31.23. A ideia é que ele está bem vestido e se vê o caráter dela pela roupa dele. Uma boa esposa é um bom tesouro, Prov. 18.22. De bom tesouro, cuida-se, e evita-se perdê-lo. Marido; mulher bem tratada é um grande investimento. O retorno emocional é garantido. Mulher; marido bem tratado é um grande investimento. O retorno emocional é garantido.

Deus te abençoe…

Pr. Elumar Pereira  (Diretor do Departamento da Família da IEADEM )

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